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quarta-feira, 11 de abril de 2018

Pai é preso no Japão por manter filho em jaula por mais de 20 anos
A polícia disse que está investigando o caso
Um pai acusado de ter trancado seu filho, que sofre de doenças mentais, em uma jaula durante mais de 20 anos foi detido, neste sábado, no Oeste do Japão, informou a polícia local.
De acordo com um porta-voz da polícia, Yoshitane Yamasaki, de 73 anos, foi detido por ter deixado seu filho, que atualmente tem 42 anos, preso nas propriedades da família na cidade de Sanda.
Segundo jornais locais, o filho estava encarcerado em uma jaula de madeira de um metro de altura por 1,8 metro de largura em uma cabana pré-fabricada ao lado da casa da família.
“Obriguei meu filho a viver em uma jaula durante mais de 20 anos, porque tinha problemas mentais (…)”, teria dito a funcionários municipais, de acordo com a televisão pública “NHK”.
O homem afirmou que alimentava seu filho e o deixava tomar banho diariamente.
A vítima, cuja identidade não foi revelada, foi internada em uma clínica psiquiátrica e sofre de dores nas costas, mas seu estado é estável, completou a NHK. *EXTRA




Prazo para pedir isenção no Enem é ampliado para 15 de abril
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prorrogou o prazo para solicitação de isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A data final, inicialmente marcada para 11 de abril, foi adiada para o dia 15 de abril.
Também foi prorrogado o prazo para os candidatos que tiveram isenção no ano passado e faltaram aos dois dias de prova justificarem sua ausência, para continuar tendo o benefício.
Segundo o Inep, o objetivo da mudança é dar mais tempo para que os participantes possam se adequar às novidades desta edição, “garantindo, assim, a isonomia a todas as pessoas com direito à gratuidade da taxa de inscrição do Exame”, diz o instituto.
Tanto o pedido de isenção como a justificativa de ausência devem ser feitas na Página do Enem 2018. Todos os interessados em fazer o Enem 2018, isentos ou não, deverão fazer a inscrição no exame entre 7 e 18 de maio.
Quem pode pedir isenção
Tem direito à isenção os estudantes que estejam cursando a última série do ensino médio neste ano em escolas da rede pública, ou que tenham cursado todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada e tenham renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio.
Também pode solicitar isenção o participante que declarar situação de vulnerabilidade socioeconômica por ser membro de família de baixa renda e que esteja inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Neste ano, também são isentos os participantes do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) do ano passado, que tenham atingido a nota mínima do exame.



PP passa PMDB e PSDB e é 2ª maior bancada. PT perde 12 deputados
Uma das legendas com maior número de investigados pela Operação Lava-Jato, o Partido Progressista (PP) desbancou o PSDB e o PMDB e tornou-se a segunda maior bancada na Câmara dos Deputados, atrás apenas do PT.
Com o encerramento, na última sexta-feira, da janela partidária, ou seja, o mês permitido pela legislação para que deputados troquem de partido sem perder o mandato, os presidentes das legendas e líderes das bancadas na Câmara Federal estão finalizando a contabilidade para saber quantos integrantes aderiram e quantos desertaram. Por esses levantamentos, já passa de 70 o número de deputados que trocaram de sigla.
Na posse, em fevereiro de 2015, o PP tinha 38 deputados e agora fecha as contas com 54. Não lançará neste ano concorrente à Presidência da República e conseguiu atrair 16 deputados. Um dos principais argumentos para engordar sua bancada foi uma generosa partilha da verba do fundo partidário que, com a proibição de arrecadar doações na iniciativa privada, tornou-se essencial para muitos candidatos. O teto para financiamento de campanhas é de R$ 2,5 milhões, e o que se diz nos bastidores do Congresso é que o PP promete valor próximo a esse a seus filiados.
A legenda integrou a base aliada do governo Dilma Rousseff e depois apoiou o impeachment, fechando aliança com o presidente Michel Temer. É um dos mais poderosos integrantes do “centrão”. Tem entre seus integrantes o deputado federal Paulo Maluf, ex-governador de São Paulo, que deixou recentemente a cadeia e hoje cumpre prisão domiciliar, por apresentar problemas de saúde.

PT PERDEU 12 DEPUTADOS
Apesar de manter a liderança, o PT vem perdendo integrantes nos últimos três anos. O partido iniciou a legislatura com 69 membros. Hoje está com 57. A maior parte buscou abrigo em legendas mais alinhadas à esquerda, com menor ou nenhum envolvimento com os escândalos de corrupção que abalaram a agremiação e levaram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à prisão.
O PMDB, partido do presidente Michel Temer, também vê sua bancada encolher. Se em 2015 eram 65 deputados, hoje são “provavelmente 53”, diz o líder do partido na Câmara, Baleia Rossi. Segundo o deputado, ainda faltava confirmar a situação de alguns parlamentares. Na janela, o PMDB perdeu 14 deputados, mas recebeu oito.
UM MANDATO, TRÊS PARTIDOS
O deputado pernambucano Fernando Bezerra Coelho Filho estava no PSB quando assumiu o ministério de Minas e Energia. Quando o partido resolveu romper com Temer, Coelho Filho ficou sem legenda e, aberta a janela, migrou para o PMDB. Mas permaneceu por pouco mais de duas semanas: no último dia de troca, acomodou-se no DEM. O deputado estava descontente com a confusão causada pela intervenção do PMDB nacional na direção da legenda em Pernambuco. Seu pai, o senador Fernando Bezerra Coelho, permaneceu entre os peemedebistas.
O PSDB também foi vítima de uma revoada. A bancada tucana na Câmara foi de 54 integrantes para 46. Além dos escândalos de corrupção, colaborou para as desfiliações a hesitação do partido em deixar o governo Temer.
O DEM e o PSL tiveram expressivo crescimento proporcional de suas bancadas. O primeiro, sob o comando do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), há três anos começou a legislatura com 21 integrantes e mais que dobrou, agora tem 44. Já o PSL elegeu apenas um deputado federal na última eleição. Agora, com a filiação do presidenciável Jair Bolsonaro (RJ), que deixou o PSC, a legenda inflou e chegou a sete componentes. *O GLOBO



Em quatro anos, Lava-Jato já alcançou 14 partidos
A operação começou em 17 de março de 2014, com a Polícia Federal prendendo o doleiro Alberto Youssef, o empresário Enivaldo Quadrado, dono da corretora Bônus-Banval e mais 14 desconhecidos suspeitos de lavagem de dinheiro e corrupção. Parecia só mais uma das operações de médio ou pequeno porte da PF. Mas não era. Descortinou-se um rombo de mais de R$ 6 bilhões nos cofres da Petrobras e abriu-se a porta para apurar irregularidade em diversos níveis de poder.
As investigações envolveram mais de 30 grandes empresários, entre eles donos das dez maiores empreiteiras do país. Na coleção de investigados da Lava-Jato está ainda um expressivo número de lobistas, doleiros e operadores envolvidos na movimentação ilegal de dinheiro desviado da Petrobras e de outras áreas da administração pública. A Lava-Jato só não avançou até agora na seara do Judiciário. Um único inquérito, aberto para apurar suposto envolvimento de dois ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em obstrução das investigações, acabou sendo arquivado por falta de provas.
Na quinta-feira, o juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba decretou a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro. Isto menos de dois anos depois do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. A ex-presidente teve o mandato cassado por crimes contábeis, mas também acabou sendo investigada por tentativa de obstruir as investigações de parte da Lava-Jato.
O PMDB e o PSDB também sentiram o peso da operação. O presidente Michel Temer já foi alvo de duas denúncias. A primeira por corrupção. A segunda por envolvimento em organização criminosa e obstrução de justiça. Ele ainda é alvo de dois inquéritos criminais. As investigações já resultaram na prisão de boa parte de seus principais ex-auxiliares, entre eles Geddel Vieira Lima, após a descoberta de um bunker com R$ 51 milhões em Salvador. Uma das frentes da Lava-Jato também levou a pedidos de prisão do ex-presidente José Sarney, do ex-presidente do Senado Renan Calheiros e do ex-ministro Romero Juca, líder do governo Temer no Senado, mas eles foram negados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A Lava-Jato atingiu também os tucanos Aécio Neves (MG) e José Serra (SP) até então os dois mais influentes parlamentares do partido. Aécio foi flagrado pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS. O senador conseguiu escapar, no STF, de um pedido de prisão formulado contra ele pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot. Serra foi acusado de receber propina da Odebrecht. Parte dela, R$ 23 milhões, teria sido paga no exterior. O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, pré-candidato do PSDB à Presidência da República, também é alvo de um inquérito. Ele foi acusado por três delatores de receber dinheiro do caixa dois da Odebrecht nas eleições de 2010 e 2014.
Além de PT, PMDB e PSDB foram alvos da Lava-Jato políticos do PTC, PSB, SD, PR, PPS, PP, DEM, PC do B, PRB, PTB e PSD. *O Globo





Neste dia 14, Pau dos Ferros recebe o grande show “Minha história” de Tiririca




Laudo aponta possível sabotagem em avião de Eduardo Campos
PRESIDENCIÁVEL EDUARDO CAMPOS MORRE EM ACIDENTE AÉREO
Em agosto de 2014, cerca de dois meses antes da eleição presidencial, a tragédia envolvendo o então candidato Eduardo Campos chocou o Brasil. O avião que levava o político pernambucano caiu em Santos, no litoral paulista, matando também outras seis pessoas.
Nesta semana, peritos contratados pela família do ex-candidato divulgaram um laudo que aponta uma possível sabotagem na aeronave. Segundo o documento, os sensores de velocidade estavam desligados, o que pode ter influenciado os pilotos a tomarem decisões erradas. *SBT Notícias





Chuvas do primeiro trimestre de 2018 não enchem reservatórios, mas animam produtores rurais do RN
Chuvas do primeiro trimestre encheram cisternas de produtores rurais do RN (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)
Chuvas do primeiro trimestre encheram cisternas de produtores rurais do RN (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)
O primeiro trimestre de 2018 mudou o cenário de seca em algumas localidades do Rio Grande do norte. A chuva ainda não foi sufuciente para mudar a situação dos reservatórios mais importantes do estado, mas já trouxe o verde de volta e um pouco de água para consumo humano e animal.
A cisterna de 16 mil litros, no quintal da agricultora Fátima Queiroz está cheia. Ela mora na comunidade Barragem, na zona rural de Pau dos Ferros, no Alto Oeste Potiguar. Para ela, a chuva dos três primeiros meses do ano foi um alívio.
“A gente já ia se mudar, porque não tinha mais condição, sem água aqui. Agora a cisterna está cheia, graças a Deus”, diz Fátima.
Segundo a Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn), Pau dos Ferros registrou um acumulado de chuva de 374 milímetros no primeiro trimestre. Cerca de 70% do que choveu em todo ano passado. Março foi o mês com maior número de precipitações.
sonora: Está chovendo bem melhor, esse ano já vai de 300 a 400 milímetros aqui na região”, diz o agricultor João Batista.
Apesar da alegria dos agricultores, os efeitos da estiagem de quase 7 anos ainda são visíveis. Na barragem de Pau dos Ferros, o mato, ainda que verde, toma conta de toda área. Já se passaram 10 anos desde a última vez em que o reservatório registrou sangria. Foi em 2008. A chuva desse trimestre não foi suficiente pra mudar a realidade. Ele continua seco.
Ao redor, balneários usados pra diversão dos moradores e visitantes da cidade praticamente deixaram de funcionar. O pai do autônomo Nilson Costa participou da construção da barragem de Pau dos Ferros. Hoje, a imagem do reservatório seco não é a que ele gostaria de mostrar para os familiares.
“A gente fica triste, porque a gente gosta de ver aqui o verde, a água, o pessoal pescando, como era no passado”, lembra Nilson Costa.
Distante 150 quilômetros de Pau dos Ferros, em Caicó, região Seridó potiguar, o agricultor Ivanilson da Silva também mantém a esperança de ver a sangria do açude Itans. O reservatório usado pra abastecer a cidade, dar de beber ao bichos e gerar renda para os pescadores está com apenas 1,5% da sua capacidade. E só chegou a esse nível por causa da chuva nos três primeiros meses do ano.
“Vem sempre dando aquela chuvinha, quase todo dia dá uma chuvinha boa, a terra ainda está molhada, a gente está animado, o açude sempre está tomando um pouquinho de água”, comenta.
No município, quatro pluviômetros fazem a medição da chuva. Um deles no próprio açude Itans. Somente neste ano, ele registrou 400 milímetros de chuva. Para se ter uma dimensão do que isso representa, ao longo dos 12 meses de 2017 caíram 558 milímetros na área do reservatório.
O sítio do agricultor Francisco de Araújo Neto fica às margens do açude, onde ele cria 50 cabeças de gado. Mesmo sem água suficiente no Itans, a chuva do primeiro trimestre ajudou a manter o rebanho.
“Dá água para dois meses, três meses, se não chover mais. O que vier a mais é lucro”, relata.
Já a agircultora Adriana Melo de Araújo está esperando o nível do açude subir pra voltar a usar a bomba que capta água do Itans. “Se Deus quiser, vem mais chuva para alcançar o nível da bomba e vir água para nós. É só alegria, e pedir a Deus que venha mais”, conclui. *G1 RN

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