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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Blog Fábio Júnior Venceslau

36% da mão de obra potiguar está subutilizada, diz IBGE
Carteira de trabalho (Foto: Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas)
Seguindo na contramão do país, o Rio Grande do Norte reduziu o número de pessoas desocupadas no primeiro trimestre de 2018, em relação ao mesmo período do ano passado. A taxa que era de 16,3% no início de 2017 caiu para 14,9% em março deste ano. Ainda são 227 mil potiguares. Por outro lado, cresceu a força de trabalho subutilizada: 36,1%.
Esse número de subutilizados abrange os desempregados e aqueles que trabalham menos de 40 horas semanais e gostaríam de trabalhar mais e os que fazem parte da força de trabalho potencial (não estão procurando emprego por motivos diversos).
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) divulgada nesta quinta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O estudo também apontou o número de desalentados. Eles representam a parte da população que está fora do mercado porque não conseguiu trabalho adequado, não tem experiência ou qualificação necessária, ou é considerada muito jovem ou idosa para as vagas disponíveis. Também abrange os que não têm trabalho na localidade em que moram e que, se tivesse conseguido uma oportunidade, estaria disponível para assumir a vaga.
No RN, esse público representa 10,1% da força de trabalho. Pouco acima da média do Nordeste, de 9,7% e muito acima da nacional, que é de 4,1%.
As taxas de desocupação e subutilização potiguares também são maiores que a nacional, mas ficaram bem próximas da região Nordeste. No Brasil, segundo o IBGE, falta trabalho para um total de 27,7 milhões de pessoas. A taxa de desocupação nacional é de 13,1% e a subutilização da força de trabalho ficou em 24,7% no 1º trimestre de 2018. É a maior desde o início da série histórica da PNAD Contínua, em 2012. *G1 RN






Petrobras anuncia reajuste no preço da gasolina e do diesel nas refinarias
Petrobras elevará os preços do diesel em 0,97% e os da gasolina em 0,9% nas refinarias a partir desta terça-feira (22), informou a petroleira no seu site nesta segunda-feira (21).
Com os reajustes, os preços dos combustíveis irão a novas máximas dentro da política em vigor desde julho, a R$ 2,3716 o litro de diesel e R$ 2,0867 o litro de gasolina.
A escalada nos preços acontece em meio à disparada nos preços internacionais do petróleo, que chegou a bater as cotações máximas desde 2014, além da tendência de alta do dólar sobre várias moedas, incluindo o real.
Nesta segunda, caminhoneiros fazem protestos pelo país contra o aumento no valor do diesel.
O que diz a Petrobras
A Petrobras adota novo formato na política de ajuste de preços desde 3 de julho do ano passado. Pela nova metodologia, os reajustes acontecem com maior frequência, inclusive diariamente. Na semana passada, foram 5 reajustes diários seguidos. No acumulado somente na semana passada, a alta chegou a 6,98% nos preços da gasolina e de 5,98% no diesel.

Em comunicado divulgado na sexta-feira (18), a Petrobras voltou a justificar os reajustes diários, afirmando que os combustíveis derivados de petróleo são commodities, que os o preços estão “atrelados aos mercados internacionais”.
“A exemplo da soja, do trigo, do aço, entre outras commodities, suas cotações variam diariamente. Do mesmo modo, o câmbio também tem ajustes diários. Assim, a Petrobras não tem o poder de formar esses preços. O que a companhia faz é refletir essa variação de preço do mercado internacional”, informou. “As revisões de preços feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Como a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, a mudança no preço final dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis”, acrescentou.
Impacto no preço cobrado nos postos
A decisão de repassar o aumento do valor da combustível cobrado nas refinarias para o consumidor final é dos postos de combustíveis.
Na semana passada, o preço médio da gasolina nos postos do país atingiu novas máximas no ano, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O preço médio do litro de gasolina para os consumidores ficou em R$ 4,284, ante R$ 4,257 na semana anterior. Com o novo aumento, a gasolina acumula alta de 4,51% desde o início do ano. Desde julho do ano passado, a alta é de mais de 22%.
O valor do diesel também terminou a semana em alta. Segundo a ANP, o valor médio por litro passou para R$ 3,595, acumulando avanço de 8% no ano e de 21,5% desde julho do ano passado. *G1



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Falta trabalho para 27,7 milhões no país, maior nº desde 2012
No Brasil, falta trabalho para 27,7 milhões de brasileiros. É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) trimestral divulgada nesta quinta-feira (17), da semana passada,  pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de subutilização da força de trabalho ficou em 24,7% no 1º trimestre de 2018, a maior da série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012. O contingente de subutilizados também é o maior já registrado pela pesquisa.
O grupo de trabalhadores subutilizados reúne os desempregados, aqueles que estão subocupados (menos de 40 horas semanais trabalhadas) e os que fazem parte da força de trabalho potencial (não estão procurando emprego por motivos diversos).
Veja o que são considerados trabalhadores subutilizados e quantos estavam nessa condição no 1º trimestre de 2018:
13,7 milhões de desempregados: pessoas que não trabalham, mas procuraram empregos nos últimos 30 dias;
6,2 milhões de subocupados: pessoas que trabalham menos de 40 horas por semana, mas gostariam de trabalhar mais;
7,8 milhões de pessoas que poderiam trabalhar, mas não trabalham (força de trabalho potencial): grupo que inclui 4,6 milhões de desalentados (que desistiram de procurar emprego) e outras 3,2 milhões de pessoas que podem trabalhar, mas que não têm disponibilidade por algum motivo, como mulheres que deixam o emprego para cuidar os filhos.

No 4º trimestre de 2017, a taxa de subutilização da força de trabalho tinha ficado em 23,6%, reunindo 26,4 milhões de pessoas. Já a taxa média anual para 2017 ficou em 23,8%.
O coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, apontou que na comparação com o 1º trimestre do ano passado, o número de desocupados caiu em 487 mil pessoas, enquanto o de trabalhadores subutilizados aumentou em 1,1 milhão e o de desalentados aumentou em 512 mil. Segundo o pesquisador, esse quadro enfatiza o quanto a situação do mercado de trabalho brasileiro segue desfavorável.
“Tudo que acontece no mercado de trabalho é reflexo de um cenário econômico, de incerteza política”, apontou Azeredo.
A taxa de desemprego subiu para 13,1% no 1º trimestre, atingindo cerca de 13,7 milhões de brasileiros, segundo já havia sido divulgado anteriormente pelo IBGE.
As maiores taxas de desocupação foram registradas no Amapá (21,5%), Bahia (17,9%), Pernambuco (17,7%), Alagoas (17,7%) e Maranhão (15,6%). Já as menores em Santa Catarina (6,5%), Mato Grosso do Sul (8,4%), Rio Grande do Sul (8,5%) e Mato Grosso (9,3%).
Na comparação com o 4º trimestre do ano passado, 16 das 27 unidades da federação registraram aumento da taxa de desemprego. Nenhum estado teve queda. Já na comparação com o 1º trimestre do ano passado, apenas dois estados registraram aumento da taxa – Amapá e Rondônia – enquanto oito tiveram queda: Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Ceará, Pará, Espírito Santo, Goiás e Amazonas.
Número recorde de desalentados
O universo de desalentados (brasileiros sem emprego e que desistiram de procurar trabalho) passou de 4,3 milhões no último trimestre de 2017 para 4,6 milhões de pessoas no 1º trimestre. Também é o maior número da série histórica. Desde 2016, o número de brasileiros que desistiram de procurar trabalho triplicou no país. No 1º trimestre de 2016, eram 1,57 milhão de desalentados.
“A população desalentada é definida como aquela que estava fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho adequado, ou não tinha experiência ou qualificação, ou era considerado muito jovem ou idosa, ou não havia trabalho na localidade em que residia – e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga”, explica o IBGE.
Do total de desalentados do país, 60,6% estavam no Nordeste (2,8 milhões e pessoas). Entre as unidades da federação, os maiores contingentes estavam na Bahia (805 mil) e Maranhão (430 mil).
Ao analisar o perfil dos desalentados, Azeredo destacou que tal condição atinge principalmente “a população jovem, feminina, preta ou parda e com baixa e escolaridade”. Do total de desalentados, 54,2% eram mulheres, 48,4% tinham entre 14 e 29 anos, 73,1% eram pretos ou pardos e 38,5% tinha ensino fundamental incompleto.
Carteira assinada em queda
No 1º trimestre, 75,4% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, 1,2 ponto percentual a menos na comparação anual, uma redução de 408 mil pessoas. O contingente de 32,9 milhões trabalhadores também foi menor de toda a série da pesquisa, iniciada em 2012. Em 4 das 5 regiões, houve queda. Em relação ao 1º trimestre de 2017, houve alta dessa estimativa apenas na região Norte (de 59,9% para 62,9%).
Já o rendimento médio real de todos os trabalhos ficou estável no 1º trimestre, segundo o IBGE, e foi estimado em R$ 2.169 por mês.
Desemprego é maior entre pretos, pardos e mulheres
A taxa de desemprego dos que se declararam brancos ficou em 10,5% no 1º trimestre, abaixo da média nacional (13,1%), enquanto a dos pretos (16,0%) e a dos pardos (15,1%) ficou acima. Atualmente, os pardos representavam 48,1% da população fora da força, seguidos pelos brancos (42,5%) e pelos pretos (8,4%).
O desemprego também atinge mais as mulheres do que os homens, mesmo com o universo feminino sendo a maioria na população em idade de trabalhar (52,4%). A taxa de desocupação no 1º trimestre foi de 11,6% para homens e de 15% para mulheres. Segundo o IBGE, o nível da ocupação dos homens no 1º trimestre ficou em 63,6% e o das mulheres, em 44,5%. *G1





Fiscalização coíbe poluição sonora e venda de bebidas a menores de 18 anos na cidade de Tenente Ananias
Resultado de imagem para sirenes de políciaPM’s do Destacamento Policial de Tenente Ananias, com apoio do GTO de Alexandria e da Polícia de transito de Pau dos Ferros, em parceria com o Conselho Tutelar, realizou, na noite de sábado(19), fiscalização em bares da cidade e congêneres. O objetivo foi coibir a venda de bebidas alcoólicas a crianças e adolescentes, bem como combater a prática de perturbação do sossego, causado pela poluição sonora. A operação foi comandada pelo subtenente Franky, comandante do policiamento local.
A iniciativa da operação ocorreu após inúmeras reclamações sobre a existência de bares com paredões de som, bem como o fornecimento de bebidas alcoólicas a crianças e adolescentes. *Nosso Paraná






Cidade de Patu realiza 3º Encontro de Voo livre – Confira a programação









PM e IBAMA desarticulam campeonato de caça na região Seridó potiguar
Operação Pódio é deflagrada no interior do RN (Foto: CIPAM/Divugação)
Operação Pódio é deflagrada no interior do RN (Foto: CIPAM/Divugação)
Uma operação realizada por policiais militares da Companhia Independente de Proteção Ambiental (CIPAM) desarticulou um campeonato de caça neste domingo (20) na região Seridó potiguar. A ‘Operação Pódio’ foi deflagrada entre as cidades de Currais Novos e São Vicente. Pelo menos 27 caçadores foram presos.
Ainda de acordo com a CIPAM, participaram da operação equipes da Polícia Ambiental de Caicó e Natal, PMs de Currais Novos e equipes do IBAMA.
Foram apreendidos quatro tatus verdadeiros e sete tatus-peba, além de dezenas de armadilhas, 18 veículos, armas e cachorros. *G1 RN





Lava-Jato: Polícia Federal encontra novos indícios que ligam Aécio Neves a propina de empreiteira
A Polícia Federal tem uma nova pista de que Aécio Neves teria usado a rede de academias Bodytech, de Alexandre Accioly, para receber propina da Andrade Gutierrez.
Delatores da empreiteira já contaram à Lava Jato sobre o repasse de pelo menos R$ 20 milhões ao tucano por meio de um aporte financeiro na empresa de Accioly.
Agora, o quebra-cabeças deve se fechar. *O Antagonista





Perdeu o prazo da Justiça Eleitoral? Saiba o que fazer para não perder direitos
Entenda quais são as consequências para quem perdeu o prazo com a Justiça Eleitoral
Os eleitores que perderam o prazo dado pela Justiça Eleitoral para realizar sua inscrição eleitoral, transferência ou atualização dos dados do título eleitoral estão com a situação irregular e não poderão votar nas eleições gerais 2018; além de estarem sujeitos à multa e algumas restrições. Por lei, o cadastro eleitoral em todo território brasileiro permanece suspenso até o período posterior ao pleito; qualquer atualização somente poderá ser feita com a reabertura, no dia 05 de novembro de 2018. O prazo para regularização do título e cadastro eleitoral foi encerrado no dia 09 de maio.
O eleitor que tem 18 anos (ou completará até a data da votação) e não tirou o título eleitoral, o eleitor que nunca procurou a Justiça Eleitoral para realizar a biometria ou, ainda, o eleitor que não votou nem justificou a ausência às urnas em três turnos consecutivos terão uma série de consequências que vão além da impossibilidade de votar neste ano e do cancelamento do título (para os dois últimos casos). Uma vez que a pessoa está com a situação irregular, ela precisa pagar uma multa e também não poderá obter uma Quitação Eleitoral, gerando as seguintes consequências:
  • Não poderá obter passaporte nem carteira de identidade;
  • Poderá não receber salário de função ou emprego público;
  • Não poderá participar de concorrência pública ou administrativa estatal;
  • Ficará impossibilitado de obter empréstimos em instituições públicas, de se matricular em instituições de ensino e de ser nomeado em concurso público
Valores das multas:
A multa eleitoral decorrente do não comparecimento injustificado no dia da votação varia de R$ 3,51 a R$ 35,10, dependendo da análise do juiz eleitoral. É importante lembrar que cada turno de um pleito representa uma eleição para efeito dessa contagem. As pessoas que estão com até duas ausências injustificadas têm até o dia 06 de junho de 2018 para procurar a Justiça Eleitoral e pagar a sua multa.
Entenda quais são os casos que levam ao Cancelamento de Título:
O eleitor que não votou em três eleições consecutivas nem apresentou justificativa de ausência às urnas também pode ter o título cancelado. Para regularizar a situação, nesse caso, além de pagar as multas, o eleitor terá de comparecer a um cartório após a reabertura do cadastro, dispondo de documento oficial com foto, comprovante de residência (atual) e do título eleitoral – se o tiver.
Outra situação de cancelamento do título ocorre quando o eleitor não participou do cadastramento biométrico obrigatório no município onde vota ou não compareceu de forma voluntária a um cartório eleitoral até 9 de maio para fazê-lo. É importante ressaltar que o cadastro biométrico foi realizado em todos os municípios do Rio Grande do Norte desde o ano de 2008. A biometria tem como objetivo reforçar a garantia de que o eleitor que se apresentou para votar é o mesmo que foi inscrito na Justiça Eleitoral. Assim como na situação anterior, para regularizar sua situação, o eleitor deve comparecer ao cartório a partir de novembro, com os documentos exigidos (bem como o comprovante de quitação da multa, se houver).
Segunda via do título
O eleitor pode baixar, gratuitamente e a qualquer tempo, a via digital do título por meio aplicativo e-Título, disponível nas lojas Google Play e Apple Store, podendo utilizá-la no dia da eleição. Caso deseje tirar a segunda via de papel, para o caso de perda ou extravio, o eleitor pode solicitar até 10 dias antes do pleito; basta ao cartório eleitoral do município, portando documento de identidade.
Votação 2018
Nas Eleições de 2018, os brasileiros elegerão o presidente e o vice-presidente da República, 27 governadores e vice-governadores de estado e do Distrito Federal, dois terços do Senado Federal (dois senadores por estado), deputados federais e deputados estaduais e distritais. O primeiro turno da eleição ocorrerá no dia 7 de outubro, e o segundo turno – se houver – no dia 28 de outubro.
Pela Constituição Federal, a inscrição eleitoral e o voto são obrigatórios aos brasileiros a partir dos 18 anos e facultativos aos jovens de 16 e 17 anos, aos maiores de 70 anos e aos analfabetos. *Com informações do TSE



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