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terça-feira, 22 de maio de 2018

Fábio Venceslau De Souza Júnior




Jornal faz levantamento inédito sobre ataques a PMs; apenas 8% saem ilesos
Levantamento inédito feito pela Folha com base em relatórios sigilosos da PM de São Paulo mostra que, de cada dez ataques a policiais, em nove eles acabam feridos ou mortos. A maioria em roubos, envolvendo soldados.
Os dados mostram ainda que em cerca de 23% dos crimes, além de atacar o policial, os bandidos ainda levam a arma dele. E há episódios em que o PM é morto com a própria pistola, aquela que carregava para se proteger —isso ocorreu em 4% dos casos.
Esses números são resultado de análise feita pela Folha em 491 relatórios de PMs vítimas, documentos elaborados de 2006 a 2013 por equipes da Corregedoria da PM especializadas em investigar ataques desse tipo no estado.
Segundo os dados, desses 491 policiais com registro de violência, 218 foram mortos e 233 ficaram feridos —sendo ao menos 81 deles atingidos na cabeça por tiro ou paulada. No total, só 40 saíram ilesos, o equivalente a 8% do total.









Um terço das crianças de 0 a 3 anos mais pobres do Brasil está fora da creche por falta de vaga
Resultado de imagem para creches sem vagas
Existe uma correlação entre a renda das famílias e a oferta de vagas em creches no Brasil, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) divulgados nesta sexta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre as crianças de 0 a 3 anos que pertencem aos 20% com a renda domiciliar per capita mais baixa do país, 33,9% estão fora da escola porque não existe vaga ou creche perto delas. Já entre no grupo de 20% com a renda mais alta, esse problema só atinge 6,9% das crianças.
De acordo com Marina Aguas, coordenadora da pesquisa, existe “uma associação muito forte” entre a renda e a escolaridade da população que começa inclusive na idade pré-escolar.
Marina diz que os dados oferecem detalhes sobre a demanda e a oferta do serviço e podem servir de base para o desenho de políticas públicas adequadas. Ela ressalta, ainda, a importância do acesso à educação na primeira infância. “Existe todo um debate enorme sobre o desenvolvimento cognitivo, da primeira infância, mostrando que o aprendizado nessa idade é muito importante para o futuro.”
Oferecer vaga em creche para todas as crianças não é obrigatório para o governo brasileiro e, segundo os dados, a maior parte dos pais com filhos de 0 a 3 anos afirmaram que seus filhos não estão matriculados por decisão da própria família – entre os bebês de 0 a 1 ano, dois terços dos pais dizem que preferem que eles não frequentem a escola nessa idade.
Porém, até 2024, segundo o Plano Nacional de Educação (PNE), o Brasil precisa garantir que 50% da população de 0 a 3 anos esteja matriculada em creches. Em 2017, segundo a Pnad, essa taxa aumentou 2,3 pontos percentuais, com cerca de 210 mil novas matrículas, e chegou a 32,7% considerando a média nacional. Porém, essa meta já foi batida, considerando apenas o grupo de 20% das crianças com a renda familiar per capita mais alta do país.
Essa previsão faz parte da meta 1 do PNE. O plano foi aprovado em 2014 e tem duração prevista de dez anos. Ele instituiu uma série de indicadores que o país precisa atingir dentro de períodos determinados. *G1







110 magistrados estão sob ameaça no País, diz CNJ
Levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), obtido pelo Estado, aponta que 6 em cada mil magistrados estão sob ameaça no Brasil. Os riscos na atuação profissional são maiores para os juízes de primeira instância – a média sobe para 7 em cada mil – e menores para desembargadores, quando o índice cai para 2 por mil. Ao todo, 30 dos 82 tribunais citados na pesquisa relataram casos de ameaças, contabilizando 110 magistrados em situação de risco no ano passado.
O estudo do CNJ constatou ainda que 97% das ameaças decorrem da atuação dos magistrados e que o potencial agressor é conhecido em 65% dos casos. E não são apenas os juízes criminais que sofrem ameaças, ofensas e tentativas de intimidação – as áreas de atuação que trazem mais riscos são as Varas de Família, do Trabalho e os casos de violência doméstica.
“É preciso estar atento, porque ser juiz não é uma profissão qualquer, é uma profissão onde o magistrado vai lidar com a vida das pessoas, decidir a vida delas, e uma das partes do processo sempre perde. É uma arena onde vão disputar bens e direitos e por conta disso é normal que haja reação da parte desagradada”, disse a delegada da Polícia Federal Tatiane da Costa Almeida, diretora do Departamento de Segurança Institucional do Poder Judiciário do CNJ.
O departamento – integrado exclusivamente por mulheres – foi instalado em maio de 2017 pela presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, que definiu o tema como uma das prioridades de sua gestão. Um dos desafios, segundo ela, é disseminar uma “cultura de segurança” entre os juízes e desembargadores, que muitas vezes não tomam os devidos cuidados e minimizam o problema.
“Às vezes um juiz criminal, até pelo fato de estar julgando vários crimes, consegue enxergar riscos e ser mais desconfiado, mas, via de regra, o juiz não está tão preocupado com a própria segurança”, alerta Tatiane.
De acordo com o estudo do CNJ, os dispositivos mais acionados para dar proteção aos magistrados no ano passado foram reforço de segurança no local de trabalho (45% dos casos), escolta total (35%), veículo blindado (31%), escolta parcial (29%) e colete à prova de balas (15%). Em 4% dos casos, os juízes mudaram de local.
Para conscientizar os magistrados sobre a importância de cuidarem da própria integridade física, a gestão da ministra Cármen Lúcia elaborou um guia com recomendações para os deslocamentos feitos a pé e em veículos, além de dicas para o comportamento no ambiente de trabalho e nas redes sociais.
O CNJ orienta, por exemplo, que os juízes usem itinerários diferentes no trânsito e sejam cuidadosos na divulgação de fotos e vídeos em redes sociais, evitando utilizar a ferramenta de check-in quando estiverem em lugares que costuma frequentar. *Estadão Conteúdo








“Não queremos ser conhecidos como o país da propina”, diz Moro nos EUA
O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava-Jato em Curitiba, afirmou em discurso na Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos, que o Brasil tem avançado no combate à corrupção.
O magistrado, que foi o principal orador na formatura da universidade, citou o ex-presidente americano Theodore Roosevelt ao destacar que o Brasil não se envergonha de estar expondo sua corrupção, definida por ele como “endêmica ou até mesmo sistêmica”.
“Não queremos ser conhecidos como o país da propina, mas como uma democracia forte”, pregou o juiz, lembrando que a Lava-Jato já atingiu grandes empresários, ministros e até um ex-presidente, em referência a Luiz Inácio Lula da Lula.
Segundo ele, as investigações mudaram a mentalidade dos brasileiros: “há pouco tempo atrás a corrupção parecia invencível”, destacou. Moro fez menção a tentativas de interromper as investigações:
“Muitos criminosos e seus aliados não querem mudar o status quo de corrupção e impunidade. Eles são muitos e poderosos. Apesar disso, a investigação, os processos e julgamentos estão ocorrendo. Todos estão sob a proteção da lei. Mas isso também quer dizer que ninguém está acima dela, destacou.
Ao fim do discurso, o juiz aconselhou os estudantes a não se esquecerem da importância do respeito às leis.
Ao falar para os formandos, Moro citou as familiaridades entre as histórias de Brasil e Estados Unidos. Segundo ele, os dois países foram colônias, viveram o flagelo da escravidão e tiveram seus povos formados por imigrantes de diversas origens. *O Globo





Após 3 meses, nenhum dos 15 projetos prioritários do governo vira lei
Anunciado em fevereiro pelo governo como prioridade para a economia neste ano, o pacote com 15 propostas completou três meses neste fim de semana e não avançou no Congresso Nacional. Com isso, nenhum dos itens virou lei.
O pacote virou o “plano B” para o Palácio do Planalto, que desistiu de votar a reforma da Previdência Social.
A reforma teve a tramitação suspensa porque foi decretada a intervenção federal no Rio de Janeiro, mas, à época, a base do governo avaliava que o presidente Michel Temer não teria os votos suficientes para aprovar a proposta. *G1







Filha de Luiz Carlos Prestes hospeda turistas em casa no litoral potiguar
Mariana Prestes conta história do seu pai, Luiz Carlos Prestes  (Foto: Lucas Cortez/G1 )
Mariana Prestes conta história do seu pai, Luiz Carlos Prestes (Foto: Lucas Cortez/G1 )
Ela é uma moradora simples de uma cidade costeira e pacata do Rio Grande do Norte. Porém, duas peculiaridades a fazem de Mariana Prestes, de 57 anos, um diferencial em território potiguar. O primeiro está no sobrenome: a mulher é filha de um dos políticos mais famosos do século 20 no Brasil, Luiz Carlos Prestes. O segundo é que hospeda em sua própria casa turistas que querem conhecer os atrativos turísticos de Baía Formosa, onde mora.
Em uma rua simples, de residências humildes, um imóvel chama atenção pelos alementos da natureza tropical estampados na parede em conjunto com o desenho de uma matrioska, um brinquedo tradicional russo.
A acolhida é feita por um casal de meia idade, que apresenta a parte interna da casa e os elementos que a compõe. Lá dentro, uma mistura de Brasil, Rússia e casa de vó. Sentada ao redor da mesa, Mariana conta sobre o reconhecimento do seu sobrenome entre amigos e hóspedes.
“Alguns perguntam. outros não, depende do conhecimento histórico de cada um sobre a política”, revela Mariana em relação ao sobrenome Prestes, vindo do seu pai, Luiz Carlos Prestes – político comunista que viveu entre os anos 1898 e 1990.
Ela lembra que o seu pai foi um revolucionário que passou nove anos como preso político dentro de uma solitária, sem nenhum tipo de comunicação externa. “Só alguns carcereiros simpatizantes, que levavam recortes de jornais para ele se atualizar da situação do país”, conta Mariana.
“O advogado o defendeu usando a Lei de Proteção aos Animais, porque nem os bichos podiam viver naquela situação”, completa.
Em 1945 Prestes sai da prisão e em seguida é eleito senador. Porém, em 1947 é cassado junto com todos os outros políticos eleitos pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB). Já no final dos anos 50, ele reaparece no cenário político, com sete filhos.
Durante a ditadura militar Prestes é perseguido e exilado. Com o fim do regime, ele apoia o candidato Leonel Brizola para a presidência da república e falece no ano seguinte, em 1990.
“O maior legado que o meu pai deixou é lutar sempre, nunca esmorecer, nunca baixar a cabeça, sempre seguir em frente, independente das circunstâncias da vida. E ser honesto”, relata Mariana, que tem na parede de sua sala um retrato do seu pai.
Brasileira, Mariana foi ainda jovem para a Rússia e lá morou por 18 anos. De volta ao Brasil, procurou um local no Nordeste para viver. “Meu sonho sempre foi morar num lugar que eu não precisasse usar roupa”, fala aos risos.
Depois de passar por vários estados, como Pernambuco e Paraíba, ela encontrou há cinco anos em Baía Formosa, no litoral Sul potiguar, um ambiente tranquilo, ensolarado, com belezas naturais e próximo a grandes centros urbanos.
Casada e mãe de dois filhos, Mariana revela que decidiu abrir sua casa para hospedar turistas depois que o último filho que morava com ela se mudou para a capital potiguar. “Ficamos eu e meu esposo dentro de uma casa com três suítes”.
Primeiro, ela abriu a residência para familiares e amigos que queriam conhecer a baía. Depois, criou o nome “Casa da Russa” e divulgou o projeto nas redes sociais.
O símbolo da casa é a matrioska, que Mariana monta enquanto explica. “Ela acolhe a todos, dentro de uma vem outra e vem outra. É o símbolo da nossa casa, porque a gente gosta de receber da melhor maneira possível nossos hóspedes, que se tornam nossos amigos”, conta, ao lado do esposo Ivan Neri dos Reis. *G1 RN











Em apenas uma semana, Petrobras elevou o preço dos combustíveis 4 vezes
Funcionário pinta tanque da Petrobras em Brasília (Foto: Reuters/Ueslei Marcelino)
A Petrobras promoveu o aumento de 0,95% para o preço do diesel e elevou em 1,80% o preço de gasolina comercializados nas refinarias.
Segundo a empresa, o preço do diesel A nas refinarias passará de R$ 2,3082 nesta quinta-feira (17) para R$ 2,3302 nesta sexta-feira (18) – o que significa uma alta de 0,95%. Já o preço da gasolina A nas refinarias passará de R$ 2,0046 para R$ 2,0407 o litro, no mesmo período, o que representa um aumento de 1,80%.
Este é o 4º reajuste já anunciado nesta semana. Na véspera, a companhia elevou em 1,82% o preço da gasolina, e subiu 1,76% o preço do diesel, nas refinarias. A escalada nos preços acontece em meio à disparada nos preços internacionais do petróleo. Nesta quinta, o barril de petróleo Brent superou US$ 80 pela 1ª vez desde novembro de 2014.
Evolução dos preços cobrados pela Petrobras nas refinarias nos últimos dias (Foto: Divulgação)
Em março, a petrolífera mudou sua forma de informar os reajustes, e passou a anunciar os preços do litro da gasolina e do diesel vendidos pela companhia nas refinarias – e não mais os percentuais.
A Petrobras adota novo formato na política de ajuste de preços desde 3 de julho do ano passado. Pela nova metodologia, os reajustes acontecem com maior frequência, inclusive diariamente. A decisão de repassar o aumento do valor da combustível cobrado pela Petrobras para o consumidor final é dos postos de combustível.
Desde o início da nova metodologia, o preço da gasolina comercializado nas refinarias acumula alta de 55,28% e o do diesel, valorização de 56,55%, segundo o Valor Online.
Impacto no preço cobrado nos postos
Na semana passada, o preço médio da gasolina nos postos do país atingiu novas máximas no ano, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O preço médio do litro de gasolina para os consumidores ficou em R$ 4,257, ante R$ 4,225 na semana anterior, o que corresponde a uma alta de 0,76%. Na última pesquisa, havia recuado 0,02%.
Com o novo aumento, a gasolina acumula alta de 3,85% desde o início do ano, e avança 21,28% desde que a Petrobras iniciou sua nova política de preços, em julho do ano passado. * G1 Com Valor Online












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