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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

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Homem foi assassinado na zona rural de Água Nova
Por volta das 22h desta quarta-feira (02), ocorreu um homicídio numa estrada carroçável, no sítio Areias, zona rural do município de Água Nova/RN.
De acordo com informações repassadas pela Polícia Militar, a vítima foi identificada como Cicero Raimundo da Silva Filho, “Deuzim do Casarão”, 35 anos de idade, residente no Sítio Areias, zona rural de Água Nova/RN. A vítima foi encontrada sem vida, com sinais de tiros de arma de fogo, caída ao lado de uma moto, no meio de uma estrada naquela localidade.
O policiamento foi avisado do fato, compareceu ao local e realizou os procedimentos de praxe. Uma equipe do ITEP compareceu ao local, realizou perícia e removeu o cadáver para os exames complementares.
O caso será investigado pela Equipe da 4ª DRPC, por meio de inquérito policial. *Nosso Paraná









Economia pode crescer 2% em 2018, diz Banco Central
O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, afirmou nesta quinta-feira que a economia brasileira ainda está fraca, apesar de em recuperação, com elementos que ainda precisam se fortalecer, como o emprego, e estimou crescimento em 2018 por volta de 2 por cento.
“O que estamos observando é recuperação do crescimento de forma gradual”, afirmou Ilan em entrevista à rádio Jovem Pan. “Portanto, se continuar recuperando, a taxa de crescimento do ano que vem é mais para 2 por cento, até mais alta”, acrescentou.
Segundo Ilan, esse cenário ajuda na condução da atual política monetária.
“À medida que a economia vai se recuperar, a inflação vai subir um pouquinho e isso permite que a gente continue o processo de queda de juros”, disse, destacando ainda que o ritmo dependerá “das condições da economia, da expectativa de quanto vão chegar os juros no final”.
No fim de julho, o BC cortou a taxa básica de juros em 1 ponto percentual, a 9,25 por cento ao ano, mantendo o ritmo de afrouxamento diante do comportamento favorável da inflação e dos fracos sinais de recuperação econômica, e sugeriu que poderá repetir a dose daqui para frente.
A autoridade monetária continuou indicando que a crise política é ainda um fator que merece atenção, mas abrandou sua avaliação sobre a interferência exercida na condução da atual política monetária, ao afirmar que o impacto da recente queda da confiança na atividade tem sido limitado.
Na entrevista à Jovem Pan, ao ser questionado sobre eventual mudança da meta fiscal para este ano, o presidente do BC disse que não comentaria questões “de curtíssimo prazo”, ressaltando que as reformas, como a da Previdência, serão importantes para o país conviver com juros mais baixos de forma sustentável.
“Mesmo que tenhamos algumas subidas ou descidas ao longo do tempo”, acrescentou.
Ilan disse também que a criação da Taxa de Longo Prazo (TLP), que substituirá a TJLP nos financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ajudará a reduzir os juros “para todo mundo”.




Base aliada de Temer encolhe 40% depois da delação da JBS
O presidente Michel Temer conta hoje na Câmara dos Deputados com uma base de apoio real de cerca de 260 deputados, o que representa uma queda de quase 40% em relação ao que ele tinha nos primeiros meses deste ano, antes de vir à tona a delação da JBS.
Até o escândalo, que resultou em uma denúncia sob acusação de corrupção passiva contra o peemedebista, a sua base contava com 20 partidos que, juntos, têm 416 dos 513 deputados federais.
Entre a divulgação da gravação da conversa de Joesley Batista com o presidente e a votação da denúncia pela Câmara na quarta-feira (2), quatro partidos anunciaram o desembarque do governo: PSB, Podemos, PPS e PHS.
Na sessão de quarta que barrou a tramitação da denúncia, 89 deputados de partidos governistas votaram contra Temer, em um sinal de que dificilmente continuam seguindo as orientações do Palácio do Planalto.
Com isso, a base real de Temer hoje soma 261 deputados, apenas 4 a mais do que a maioria absoluta das cadeiras da Casa (257). Esse é um número apertado inclusive para a aprovação de simples requerimentos e projetos, tendo em vista que dificilmente as sessões da Câmara contam com quorum completo.
Para aprovação de emendas à Constituição, que é o caso da reforma da Previdência, são necessários 308 votos, 47 a mais do que a base real hoje do presidente.
VARIÁVEIS
Há alguns fatores que tornam volátil essa base, tanto para cima quanto para baixo.
Na votação de projetos de interesse do governo, é preciso levar em conta o tema e outros fatores não necessariamente ligados ao fato de o deputado ser do governo ou de oposição.
Na reforma da Previdência, por exemplo, deputados do PSDB que votaram a favor da denúncia contra Temer tendem a apoiá-lo. Por outro lado, integrantes do “centrão” (siglas pequenas e médias) que apoiaram Temer são claramente contrários à reforma.
Além disso, na votação de quarta-feira, o governo prometeu verbas, cargos e outras benesses da máquina federal para obter votos. A frustração de algumas dessas promessas pode resultar em perda de apoio a projetos e à votação da provável nova denúncia a ser apresentada pela Procuradoria-Geral da República.
O “centrão”, por exemplo, quer ministérios e cargos do PSDB, mas Temer reluta em desalojar os tucanos, apesar do alto índice de infidelidade na votação da denúncia.
O presidente tem apoiadores em legendas de oposição, principalmente no PSB (11 de uma bancada de 35), mas a sua base real hoje também mostra fragilidade e potencial de novas dissidências. Onze ministros reassumiram os mandatos para votar a favor de Temer. Ao regressar à Esplanada, voltam os suplentes, que tendem a votar contra o Planalto.
DISSIDENTES
O mapa da votação desta quarta mostra que, excluídos os nanicos, os principais percentuais de infidelidade na base de Temer ficaram com o PV (57%), que tem o Ministério do Meio Ambiente, o PSDB (47%), que tem quatro ministérios, entre eles o da articulação política, o Solidariedade (43%), o PSC (40%), do líder do governo no Congresso, André Moura (SE), e o PSD (37%), que tem o Ministério das Comunicações.
Os mais fiéis, proporcionalmente, foram o PMDB de Temer (10% de votos a favor da denúncia), o PTB (11%), que controla o Ministério do Trabalho, e o PP (15%), que tem Saúde e Agricultura.
No início das negociações de bastidor para barrar a denúncia, os articuladores do Planalto esperavam obter cerca de 300 votos, o que seria uma demonstração de fôlego para aprovar medidas importantes no Congresso e continuar a governar.
Tempos depois, a projeção desceu a 280 e, em seguida, a 260. Um placar de 200 apoiadores barraria a denúncia, mas seria visto como senha de que as condições de governabilidade haviam se exaurido.





O governo federal espera aprovar a reforma da Previdência até outubro deste ano, disse o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que participou de reunião com investidores estrangeiros neste dia (3) na capital paulista. Ele não acredita que o placar da votação que rejeitou a denúncia contra o presidente Michel Temer vá se refletir na votação das reformas. “Não é simplesmente quem é contra ou a favor do governo. Vai além disso. Acreditamos na viabilidade da aprovação”, apontou. O ministro destacou que a aprovação das reformas demandará trabalho intenso. “Não é uma coisa trivial”, disse.
Meirelles falou também sobre a reforma tributária que, na avaliação dele, deve ser votada até novembro. “Estamos trabalhando duro na reforma tributária e ela vai ser apresentada ao Congresso num próximo momento.” Ele não descartou a possibilidade de inverter a ordem de votação entre as reformas prioritárias para o governo. “Se até lá a Previdência não tiver sido votada, [a tributária pode passar na frente].”
Meta fiscal
O ministro disse ainda que o governo analisa as razões para a queda na arrecadação para avaliar possíveis mudanças na meta fiscal. “A princípio a meta é R$ 139 bilhões. Nosso compromisso, nosso objetivo é cumprir a meta”, afirmou. Entre razões que podem explicar a diminuição da arrecadação, está a inflação. “Se a inflação volta a convergir para a meta, portanto, isso tende a regularizar essa parte da receita”, explicou.
Outra questão que teve impacto, segundo Meirelles, foi o Refis, o programa de refinanciamento de dívidas de empresas e pessoas físicas. “Mas a arrecadação junho já retomou um pouco e nossa expectativa é que a retomada possa resolver essa questão”, disse.






Ministro do STF diz que “Operação abafa” contra corrupção é “visível e ostensiva”
Luís Roberto Barroso (Foto: O Globo)
No dia seguinte à decisão da Câmara de não enviar ao Supremo Tribunal Federal (STF) a denúncia contra o presidente Michel Temer, por corrupção passiva, Luis Roberto Barroso, um dos ministros da Corte, afirmou, sem se referir diretamente à votação, que a “operação abafa” contra a corrupção “é uma realidade visível e ostensiva”.
Temer foi denunciado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por corrupção passiva “por ter agido com violação de seus deveres para com o Estado e a sociedade”. A denúncia de Janot se baseou nas investigações abertas a partir da delação da JBS no âmbito da Operação Lava-Jato. O presidente é acusado de ter recebido propina da JBS, usando seu ex-assessor Rodrigo Rocha Loures como intermediário. Para que a denúncia fosse aceita, o que obrigaria Temer a se afastar do cargo, seria necessário o aval da Câmara, que foi recusado na quarta-feira.






IFRN lança edital com 3.064 vagas para cursos técnicos integrados ao ensino médio
O Exame de Seleção, um dos momentos mais aguardados, anualmente, pelo IFRN, teve seu edital divulgado nesta sexta, 28/7. O Edital 39/2017, que também está disponível em Libras,  rege o processo seletivo que dará acesso às 3.064 vagas para os 31 cursos técnicos integrados ao ensino médio da Instituição. Os cursos, distribuídos entre 83 turmas e oferecidos nos turnos matutino e vespertino, estão disponíveis em 20 campi do Instituto. Voltado para estudantes que estejam concluindo ou já concluíram o ensino fundamental; 50% das vagas são reservadas a estudantes de escolas públicas.
Inscrição e pagamento
A inscrição no processo deverá realizada, exclusivamente, no Portal do Candidato. Aberto às 14h do dia 3/8, o prazo de inscrição segue até o dia 28 de agosto de 2017, às 18h, horário local. O pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 30,00 (trinta reais), deverá ser feito até o dia 29 de agosto de 2017. É válido lembrar que os alunos que participaram do ProITEC 2017 estão isentos dessa taxa. Os demais candidatos que desejarem solicitar a isenção da taxa no período de 3 a 17 de agosto de 2017, até 22h.
Prova
A prova do processo seletivo será aplicada no dia 8 de outubro de 2017, às 13h, no local determinado no cartão de inscrição que estará disponível a partir do dia 25 de setembro, no Portal do Candidato. No dia da aplicação, os candidatos deverão comparecer com sua carteira de identidade (ou outro documento com foto), cartão de inscrição impresso e com uma caneta esferográfica preta. Em caso de perda ou roubo do documento de identificação e não existindo outro documento entre os previstos, o candidato deverá obrigatoriamente apresentar Boletim de Ocorrência Policial, no qual deverá constar a perda ou o extravio do documento, com prazo de emissão de, no máximo, de 30 dias consecutivos.
Resultado
O resultado das provas de múltipla escolha do processo seletivo será divulgado a partir do dia 1 de novembro de 2017 no Portal IFRN. Nesta mesma data, serão divulgados os candidatos que terão sua produção textual escrita corrigida. Já o resultado final do processo seletivo será divulgado a partir do dia 11 de dezembro de 2017 no Portal do Candidato e na página do IFRN. Os candidatos aprovados e classificados dentro das vagas disponíveis por campus/curso/turno deverão realizar sua pré-matrícula na diretoria acadêmica responsável pelo curso, nos dias 10 a 12 de janeiro de 2018, nos horários estabelecidos em anexo do Edital; os alunos matriculados ingressarão no Instituto, no curso em que escolher no momento da inscrição, no 1º semestre letivo de 2018.
Confira:
Exame de Seleção 2018 – Edital 39/2017
Exame de Seleção 2018  Edital 39/2017 em Libras
Exame de Seleção 2018 – Portal do Candidato
Com informações do IFRN