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sexta-feira, 13 de julho de 2018

Rádio Maroca

Cirurgia bariátrica cresce 47% em cinco anos no Brasil
O número de cirurgias bariátricas realizadas no Brasil no último ano chegou aos 105,6 mil, crescimento de 47% em relação ao ano de 2012, quando foram feitos 72 mil procedimentos. Os dados são da SBCBM (Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica).
O aumento foi principalmente no setor privado, mas no SUS, que faz 9,8% do total de operações, também houve crescimento: 16,8% em relação ao último ano e 224% em relação a 2008, segundo o Ministério da Saúde.
No Brasil, quase uma em cada cinco pessoas adultas é obesa (18,9%). O índice é 60% maior do que o início da série histórica, em 2006, mas, depois de sucessivos crescimentos, parece ter estagnado nos últimos três anos, de acordo com a pesquisa Vigitel, feita por telefone, do Ministério da Saúde.
Já o sobrepeso atinge 53,8% da população que vive nas capitais. Doze anos atrás, esse índice era de 42,6% —homens são os mais atingidos.
É considerado obeso quem tem o IMC —índice de massa corpórea, calculado com o peso e altura da pessoa— maior que 40. A cirurgia bariátrica pode ser indicada em casos com IMC a partir de 30 (sobrepeso), a depender da gravidade das doenças relacionadas.
Pelas estimativas da SBCBM, 5 milhões de brasileiros atenderiam aos requisitos para passar por algum tipo de cirurgia bariátrica, que alteram o caminho natural do alimento no trato gastrointestinal, permitindo que o corpo absorva menos energia dos alimentos, além de promover alterações hormonais que favorecem a correção do diabetes e da obesidade.
Em uma conta simples, sem levar em conta mortes e novas indicações e considerando a estimativa de serem cerca de mil os cirurgiões habilitados a fazerem as bariátricas, levaria mais de 13 anos para essa fila ser zerada —isso considerando que eles fizessem uma operação por dia.
Tendo em vista todo esse cenário, segundo o presidente da SBCBM, o cirurgião Caetano Marchesini, o crescimento poderia ter sido ainda maior se não fosse pela crise econômica. Outro fator que, segundo o médico, impediu um crescimento mais expressivo, é a demora de atualização das normas da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), que regula os planos de saúde.
A autarquia, afirma Marchesini, ainda não considera em suas diretrizes as indicações da cirurgia bariátrica para quem tem cerca de 20 doenças associadas à obesidade (problemas de coluna, apneia, colesterol alto, entre outros) e para quem tem diabetes grave mas não é obeso.
Apesar da estagnação do crescimento da população com sobrepeso e obesidade nos últimos três anos, a taxa ainda é alta e preocupa especialistas e o governo.
“Nós nunca vamos dar conta de operar todos que precisam”, diz Ricardo Cohen, cirurgião do Hospital Oswaldo Cruz, de São Paulo. Apesar disso, diz, há muitos profissionais subutilizados e seria possível oferecer o tratamento para mais pessoas.
Há, no entanto, um problema no cálculo da SBCBM de pessoas que precisariam da cirurgia bariátria, segundo o professor de endocrinologia da Unicamp Bruno Geloneze.
“Para indicar a cirurgia é necessário, além de estar em uma faixa de peso ou de ter determinadas doenças, haver uma falência do tratamento clínico por dois anos. Talvez menos de 1% desses 5 milhões seja de fato apto. O grande problema é que a cirurgia cresceu no índice de massa corporal mais baixa, faixa na qual o tratamento clínico tem mais chance de funcionar.”
QUEM PODE FAZER A CIRURGIA BARIÁTRICA?
Idade
Maior de 16 anos
Indicação
Endocrinologista ou outro médico
IMC (Índice de massa corpórea)
Pessoas com IMC maior ou igual a 40 sem sucesso em outros tratamentos nos últimos dois anos
IMC e comorbidades
Pessoas com IMC maior que 35 e com comorbidades (diabetes, apneia, hipertensão, colesterol alto, doença coronariana, entre outras)
IMC e diabetes
Pessoas com diabetes e IMC maior que 30, desde que a doença exista há dez anos e não responda bem a outros tratamentos
Consultas
São feitas consultas com psicólogo, nutricionista e fisioterapeuta, que orientam sobre preparação para a cirurgia, dieta pós-operatória e reposição de vitaminas
Outra questão, diz Geloneze, é que apesar de concentrar a maior parcela dos casos mais graves de obesidade, a população mais pobre ainda tem menos acesso à cirurgia.
Em nota, o ministério afirma que o crescimento significa que a rede está sendo ampliada e dando mais acesso aos cidadãos que precisam.
Além das complicações e riscos inerentes a qualquer procedimento cirúrgico (1 a cada 1.000 pessoas morrem entre a cirurgia e 90 dias depois, chance semelhante de quem tira uma pedra da vesícula), há o risco de o paciente ter de ser reoperado —nos EUA, país com quase 40% da população obesa, 14% das bariátricas são de “revisão”.
Para Cohen, está aí a importância de haver uma boa indicação. “O medo e a falta de conhecimento muitas vezes impedem que quem realmente precisa tenha acesso. A cirurgia traz inúmeros benefícios, e o preço é o da eterna vigília de uma doença crônica.”
“Outra coisa é que o conselho ‘coma menos e faça mais exercícios’ funciona para evitar a obesidade, mas não para tratar: é como você dizer para alguém que tem câncer de pulmão parar de fumar. A doença não vai a lugar nenhum.”
Para Geloneze, há um problema justamente na etapa clínica do tratamento. “De maneira paradoxal, o SUS oferece a cirurgia, mas não os tratamentos não cirúrgicos estruturados, como atendimentos médico, nutricional, psicológico, além de grupos de ajuda e medicações modernas.”
Entre as drogas mais modernas estão a liraglutida, que ajuda no controle do diabetes e ainda promove emagrecimento, e a lisdexanfetamina, que pode ajudar a controlar transtornos alimentares, apesar de não ter sido lançada com esse propósito.
No futuro próximo, diz Geloneze, serão lançadas drogas que emulam as alterações provocadas pela bariátrica. “Podem não ter o mesmo impacto, mas podem funcionar muito bem na maioria dos casos. A cirurgia pode ficar confinada aos IMCs mais altos.”
O Ministério da Saúde afirma em nota que os procedimentos cirúrgicos são os últimos recursos, permitidos apenas para pacientes que passaram por avaliação clínica e acompanhamento com equipe multidisciplinar por pelo menos dois anos e se enquadram nos critérios estabelecidos pela portaria. *Folha de São Paulo






Novo Portal da Transparência do Governo Federal permite acompanhar despesas de emendas parlamentares
A Controladoria-Geral da União (CGU) lançou um novo Portal da Transparência do Governo Federal que traz mudanças que ajudam o cidadão a fiscalizar os gastos públicos federais. O objetivo é estimular mais brasileiros a exercer o controle social e acompanhar como o recurso público federal está sendo utilizado.
Entre as principais novidades, o Portal da Transparência passa a disponibilizar as despesas geradas por meio de emendas parlamentares. Agora é possível acessar qual bancada e deputado destinou o recurso no orçamento, área de governo e localidade destinatária, estágio de liberação dos valores, além da empresa contratada para executar a obra ou serviço.
Outras informações também foram agregadas como: licitações e contratos nas compras realizadas pelos órgãos do Poder Executivo Federal; viagens a serviço de servidores e colaboradores (diárias, itinerários e motivo); acordos de leniência celebrados pela CGU com empresas que cometeram atos de corrupção (datas, termos e efeitos); e relatórios de auditoria da CGU em órgãos, programas e municípios.
Para o superintendente da CGU no Rio Grande do Norte, Marcelo Borges de Sousa, o novo portal está mais simples e prático para o cidadão acompanhar e fiscalizar os gastos públicos. “Quanto mais simples for o portal da transparência, mais fácil para o cidadão exercer o controle social tão importante para a melhoria do país”, disse.
Bases Integradas
Outro destaque é a ferramenta de busca na página inicial do Portal. Ao escrever um nome de pessoa física ou jurídica, por exemplo, aparecem todas as informações relacionadas, das diferentes bases e sistemas que alimentam o Portal. Se for um servidor, sua remuneração, diárias e passagens.
No caso de uma empresa, o valor de recursos recebidos, se há punições, além de listagem de contratos.
Além das novas formas de visualização, as tabelas são interativas para melhor detalhamento, ou seja, permitem agregar valores, remover ou incluir colunas que atendam o interesse do usuário e gerar o tipo de gráfico que preferir (pizza, rosca, barras ou treemap). Também é possível baixar os dados, em formato aberto, ou utilizar APIs para desenvolvimento de softwares e aplicativos.
O novo Portal também foi construído com layout mais intuitivo e responsivo para acesso a partir de celulares e tablets. A melhor usabilidade permite integração com redes sociais, geração de QR Codes, incorporação de gráficos, ferramentas de notificação do usuário em caso de atualizações e também a possibilidade de notificar empresas suspeitas de irregularidades.
Educativo e cidadão
A reformulação pretende aumentar a transparência da gestão e o controle da sociedade. Informações sobre ações e programas de governo serão consolidadas e disponibilizadas no formato popularmente conhecido, como “Brasil sem Miséria”, “Ciência sem Fronteiras”, “Enem”, “Pronatec”, entre outros.





Partido PROS vai se coligar com o PSD e apoiar a reeleição de Robinson Faria na eleição de 2018
O Partido PROS que tem o deputado Albert Dickson como presidente e pré-candidato a deputado Estadual acabou de soltar nota confirmando que vai se coligar com o PSD na eleição desta ano e apoiar a reeleição do governador do estado, Robinson Faria.
Segue a note:
Natal 09 de julho de 2018
Nota (PROS/RN)
Após reuniões na semana passada em Brasília com a Executiva Nacional do PROS, e nesta segunda-feira (09) com a executiva estadual e correligionários  do estado do RN, decidimos optar por coligarmos na proporcional e majoritária com o PSD/PSDB e demais partidos que fazem parte da composição.
No Rio Grande do Norte, o partido é liderado pelo Deputado Estadual Albert Dickson (PROS).
Diretório Estadual (PROS/RN)





Robinson cumpriu 7 das 38 promessas de campanha em três anos e meio de mandato; confira
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O governador do RN, Robinson Faria, fez promessas específicas em um programa de governo registrado no Tribunal Superior Eleitoral, além de promessas em entrevistas e debates. O Portal G1 realizou um levantamento sobre tudo e separou o que pode ser claramente cobrado e medido.
Das 38 medidas prometidas pelo gestor, apenas 7 foram cumpridas. Acompanhe agora, clicando aqui.





Confira dicas de economia para minimizar efeitos da tarifa vermelha nas contas de julho
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou no dia 29 de junho que a bandeira tarifária para o mês de julho permanecerá vermelha (patamar 2) com custo de R$ 5 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. A repetição da “sinalização”, segundo a Aneel, deve-se à manutenção das condições hidrológicas desfavoráveis e à tendência de redução no nível de armazenamento dos principais reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN).
A Cosern lembra que julho também é o período de permanência das crianças em casa por causa das férias escolares – o que demanda mais eletrodomésticos ligados e um possível consumo maior de energia.
A seguir, uma série de dicas para ajudar a consumir energia de forma consciente e contribuir para redução do valor da conta de energia no final do mês:
1 – Estabeleça horários para uso de eletroeletrônicos
Controlar o uso exagerado de eletroeletrônicos como televisão, videogames e computadores é um dos principais desafios encontrados pelos adultos durante o período. Estabelecer limites de horários para a utilização dos equipamentos e estimular a realizar atividades físicas, além de fazer bem para a saúde da criançada, traz benefícios para o bolso dos pais ou responsáveis. Do mesmo modo, leituras em dispositivos eletrônicos podem ser substituídas pelos tradicionais livros, revistas e jornais.
2 – Controle o uso do ar-condicionado
No mês de férias, é natural esticar o sono e dormir até mais tarde. Por isso, é preciso ficar atento ao uso prolongado do ar-condicionado. A utilização do timer (temporizador) para evitar o funcionamento desnecessário do condicionador de ar ajuda na economia. Já que julho, em geral, apresenta dias menos calorentos, a orientação é ajustar a temperatura do equipamento para cerca de 23°C e intercalar com ventiladores. É importante promover com regularidade a manutenção e a limpeza desses equipamentos. Além de higiênica, a medida contribui para um desempenho mais econômico já que a sujeira acumulada no filtro dificulta a troca de calor e passagem do ar, exigindo mais potência e, consequentemente, maior consumo de energia.
3 – Atente para o uso dos equipamentos da cozinha e área de serviço
Os cuidados para evitar o desperdício de energia devem se estender até a cozinha. A presença de crianças em casa, geralmente, aumenta o abre e fecha da geladeira e do uso de aparelhos como micro-ondas. Nesses casos, o ideal é que os equipamentos sejam sempre manuseados por adultos e, de preferência, de forma moderada. A quantidade de roupas sujas pode aumentar no período. Por isso, é importante ficar atento e utilizar a máquina de lavar na capacidade máxima estabelecida pelo fabricante, reduzindo o número de vezes em que o equipamento é ligado. O ferro de passar também deve ser utilizado com inteligência. Quando estiver esquentando ou esfriando, é o momento ideal para passar as roupas mais leves.
4 – Evite aparelhos e lâmpadas ligados ininterruptamente
Nos demais ambientes, a recomendação é desligar as luzes e aparelhos que não estiverem sendo utilizados. Duas TVs ligadas em uma mesma programação é energia que está sendo desperdiçada. Já na hora do banho, embora o período seja de “inverno”, a dica é colocar a chave sempre no modo verão. Nessa posição, a água vai esquentar sem gastar tanta energia.
5 – Dê preferência a equipamentos eficientes
Para obter um consumo racional de energia e assegurar contas livres de inconvenientes, a Cosern aconselha o consumidor a ter atenção no momento da compra de eletrodomésticos. É importante optar por produtos que apresentam o Selo Procel – que indicam os aparelhos mais eficientes e que consomem menos energia.







São João 2018 de Campina Grande termina com 61 feridos por agulhas, diz hospital
O São João 2018 de Campina Grande terminou com 61 pessoas atendidas no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande após relatarem terem sido vítimas de agressões com objetos perfurantes semelhantes a agulha. A informação foi divulgada pela assessoria do hospital na manhã desta segunda-feira (9). De acordo com a unidade de saúde, na madrugada desta segunda, mais três pessoas foram atendidas no hospital após sentirem as agulhadas, sendo dois homens e uma mulher.
Ao todo, 56 pessoas relataram ter sido agredidas no Parque do Povo e cinco em um bloco junino, desde o dia 9 de junho até este domingo (8), último dia do São João 2018 de Campina Grande. Das vítimas, 39 homens e 22 mulheres foram atendidas no hospital.
Entenda o caso
Os relatos começaram no dia 11 de junho deste ano, quando vítimas procuraram o Hospital de Trauma de Campina Grande alegando ou suspeitando que foram feridas por agulhadas. Algumas relataram que os ferimentos ocorreram enquanto estavam no Parque do Povo, na festa do São João 2018, e outras em um bloco junino que aconteceu no dia 3 de junho na cidade.
Depois das notificações, a Polícia Civil abriu um inquérito para investigação. Das pessoas que foram ouvidas pela polícia, segundo o delegado Henry Fábio, apenas duas relataram que sentiram o ferimento e em seguida viram um objeto semelhante à agulha. Até o dia 21 de junho, nenhum suspeito foi preso ou identificado.

Relatos aumentaram após repercussão dos primeiros casos
Os primeiros casos foram registrados no fim de semana da abertura do São João 2018 de Campina Grande, que aconteceu entre os dias 8 e 10 de junho, no Parque do Povo. No entanto, com a divulgação dos casos, algumas pessoas que também se sentiram atingidas por agulhadas em um bloco junino, no dia 3 de junho, também foram até o Hospital de Trauma por precaução.
De acordo com a infectologista Priscila de Sá, os pacientes contaram que sentiram as furadas e foram ao hospital em busca de ajuda. Segundo o Trauma, o número aumentou devido à repercussão dos primeiros casos, divulgados desde a segunda-feira, 11 de junho.
O procedimento feito no hospital, segundo Priscila, foi registrar um protocolo de acidente por agulha possivelmente contaminada.
Segurança foi reforçada após agulhadas
A segurança durante o São João 2018 de Campina Grande foi reforçada após o constante registro de pessoas feridas por agulhadas na festa junina. De acordo com o 2º Batalhão de Polícia Militar de Campina Grande, cerca de 500 homens da PM foram espalhados no Parque do Povo, devido ao remanejamento de alguns policiais depois do encerramento de outros eventos juninos paralelos na cidade.
Após 34 casos, polícia não confirma agulhadas
Apesar dos 34 casos de pacientes que relataram ter sido feridos por agulhas durante o São João 2018, notificados pelo Hospital de Trauma de Campina Grande até o dia 15 de junho, a Polícia Civil e a Secretaria de Saúde do município afirmaram que não teria como confirmar se as vítimas foram realmente feridas por agulhas.
Segundo a Polícia Civil, das 34 pessoas que procuraram atendimento médico, 16 foram ouvidas na delegacia. Mas, de acordo com o delegado seccional da Polícia Civil em Campina Grande, Henry Fábio, apenas duas delas relataram que viram um objeto semelhante a agulha após sentir o ferimento.
Seringas apreendidas pela polícia
Quatro seringas com sangue e uma lâmina de bisturi foram apreendidas pela Polícia Civil em uma rua paralela ao Parque do Povo, na madrugada do dia 17 de junho, durante o São João 2018 de Campina Grande. De acordo com o delegado Henry Fábio, responsável pelas investigações do ‘caso das agulhas’, um homem foi detido próximo ao local onde acontece o Maior São João do Mundo, mas liberado em seguida.
Outro homem, suspeito de tentar assaltar pessoas usando uma agulha de seringa para ameaçar as vítimas, foi preso em Campina Grande na madrugada do dia 24 de junho, dia de São João. De acordo com a Polícia Militar, o homem foi preso em uma ação em uma pousada, próximo à rodoviária velha, no Centro da cidade. *G1-PB





Após imbróglio Lula, juízes federais avisam que não vão admitir ‘ameaças’
Os juízes federais, por meio de sua principal entidade – a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) -, defenderam nesta terça-feira, 10, a ‘independência judicial’. O texto não cita nominalmente Lula, mas se refere inteiramente ao imbroglio do domingo, 8, quando um conflito de decisões no Tribunal da Lava Jato provocou fortes tensões e incertezas sobre o habeas corpus que o plantonista da Corte, desembargador Rogério Favreto, deu para soltar o ex-presidente – decisão, afinal, esmagada pelo relator da operação, Gebran Neto, e pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 4.[ Região (TRF-4), Thompson Flores.
Os magistrados afirmam que a atuação da Justiça Federal em processos criminais que envolvem agentes públicos ou políticos acusados de corrupção ‘é isenta e imparcial, não havendo razão para se estranhar decisões que condenem e prendam pessoas consideradas culpadas, independentemente do poder ou condição econômica e social’.
Depois que a ordem de soltura de Lula foi revogada, lideranças partidárias atacaram a Justiça. “É inadmissível que magistrados, no exercício das funções constitucionais, sejam alvos de ataques pessoais, provenientes de figuras públicas ou de dirigentes de partidos políticos.”
“Atitudes como essa (ataques de figuras públicas ou de dirigentes de partidos políticos) refletem uma visão autoritária e atentam contra o Estado Democrático de Direito”, diz a nota, destacando a “necessidade de respeito à independência judicial dos Magistrados que atuam em processos que envolvem ações de combate à corrupção.”
Nesta segunda-feira, 10, o juiz da Lava Jato no Rio Marcelo Bretas, da 7.ª Vara Federal, afirmou através de sua conta no Twitter que a justiça brasileira ‘não pode ser usada como instrumento de disputas políticas’. Ele publicou uma coletânea de imagens com posts de ataques ao juiz Sérgio Moro, feitos supostamente por usuários da rede social. *ESTADÃO CONTEÚDO





Denatran libera pagamento de multas e outros débitos de veículos com cartão de crédito
Marronzinho com radar pistola multa veículos em alta velocidade na Marginal Pinheiros (Foto: TV Globo/Reprodução)
Depois de regulamentado no ano passado e suspenso em maio, o pagamento de multas com cartões de crédito ou débito voltou a ser liberado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), por meio de uma resolução publicada na última sexta-feira (6).
Além disso, a nova regulamentação também permite quitar com cartões todas as dívidas relacionadas a veículos, incluindo IPVA e licenciamento.
Com isso, o proprietário poderá parcelar os valores em até 12 vezes, mas com a devida cobrança de juros pela entidade financeira do cartão – como quando as compras a prazo não são parceladas pela própria loja.
Como será?
Oferecer pagamento com cartão não será obrigatório;
Cada entidade de trânsito deve pedir autorização ao Denatran;
Se for parcelar, emissora do cartão pode cobrar juros;
Não existe prazo máximo para o serviço entrar em vigor
De acordo com o Denatran, o parcelamento será totalmente entre a operadora do cartão e o proprietário do veículo. O órgão de trânsito continuará recebendo o valor à vista e a regularização do veículo será imediata – não precisa esperar até a última parcela.

O serviço não será obrigatório, então cada entidade deve optar ou não. O objetivo da medida é oferecer mais alternativas para os proprietários quitarem dívidas dos veículos.
Procurado pelo G1, o Detran-SP disse que “realiza estudos para viabilizar o parcelamento de multas”, mas não confirmou se o serviço entrará em operação. O Detran-RJ também foi consultado, mas ainda não havia enviado resposta até a última atualização desta reportagem.
Credenciamento no Denatran
A diferença para a regra do ano passado é que os bancos e serviços de crédito que quiserem parcelar as multas deverão estar credenciados no Denatran, e os órgãos de trânsito deverão pedir autorização para efetuar as parcerias.
“Dessa forma, o Denatran mantém o controle de quais órgãos operam com essa modalidade e cria mecanismos isonômicos de credenciamento das empresas”, afirmou o órgão.
A regra anterior permitia que todos os Detrans, prefeituras e demais órgãos fizessem os acordos diretamente com as empresas financeiras e oferecer o parcelamento. *Auto Esporte




Medo do desemprego é um dos maiores em 22 anos, aponta levantamento
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nesta segunda-feira, 9, estudo em que poucas vezes nos últimos 22 anos os brasileiros ficaram tão preocupados com o emprego quanto agora.
O Índice de Medo do Desemprego (IMD) de junho cresceu 4,2 pontos em relação a março, e atingiu 67,9 pontos, o maior da série histórica do levantamento iniciada em maio de 1996, empatado com os índices de maio de 1999 e de junho de 2016. O índice de junho está 18,3 pontos acima da média histórica, que é de 49,6 pontos. O indicador varia de zero a cem pontos e, quanto maior o valor, maior o temor.
O medo do desemprego cresce mais entre os homens que entre as mulheres. Enquanto entre elas o medo cresce 2,8 pontos entre março e junho de 2018, entre eles o aumento é de 5,6 pontos. No entanto, as mulheres (com 71,1 pontos) continuam com mais medo do desemprego que os homens (64,5 pontos).
No mesmo período, o crescimento no medo do desemprego Índice de Medo do Desemprego Índice de Satisfação com a Vida 4,2 pontos 1,8 pontos -2,7 pontos -1,1 pontos também é maior entre os brasileiros com menor grau de instrução. Entre os que possuem até a quarta série do ensino fundamental, o indicador sobe de 62 para 72,4 pontos, ou seja, um aumento de 10,4 pontos. Entre os que possuem educação superior, o IMD passa de 59,9 para 60,5 pontos, o menor entre os extratos de grau de instrução.





Por demora em diagnóstico ou falta de antídoto, escorpiões passam a matar mais que cobras no Brasil
O tratorista Valdomiro Vieira dos Santos Neto, 34 anos, sempre esteve atento às cobras. Trabalhador de uma usina de cana-de-açúcar na região de Miguelópolis (SP), ele sabe da ameaça venenosa que representa uma cascavel, por exemplo. Mas não imaginava que um bicho peçonhento muito menor teria o poder de devastar sua família. Há um mês, a picada de um escorpião causou a morte de Felipe, seu filho de 3 anos. O menino foi atacado na mão enquanto brincava com um caminhãozinho dentro de casa.
“A gente tem que evitar entrar em contato com um animal desses”, disse Valdomiro, bastante abalado. “Mas eu não tinha essa instrução.”
Responsável por 184 mortes no Brasil em 2017, o escorpião ultrapassou as serpentes no topo do ranking de animais peçonhentos que mais matam no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde. No mesmo ano, foram registrados 105 casos de morte por veneno de cobra.
De 2013 para cá, aumentou em 163% o número de óbitos causados por esse artrópode; naquele ano, eram apenas 70. A proporção no aumento das mortes é muito maior do que a dos casos notificados de escorpionismo, ou seja, situações em que o escorpião injeta veneno em uma pessoa através do ferrão, sem necessariamente levá-la à morte. Eles somaram 125.156 no ano passado, diante de 78.363 em 2013, um aumento de quase 60%.
Os estados de São Paulo e Minas Gerais exibem a situação mais alarmante nas tabelas do Ministério da Saúde. Ambos registraram, respectivamente, 26 e 22 mortes por picada de escorpião em 2017.
A mulher de Valdomiro, a dona de casa Camila de Oliveira Diniz, 28 anos, conta que, no dia em que seu caçula foi picado, o marido havia arrastado um armário para consertar uma das portas do móvel. Ela supõe que o escorpião, bicho que gosta de lugares escuros e úmidos, estivesse entocado ali atrás.
Assim que o menino reclamou que “o caminhãozinho tinha picado a mão”, Valdomiro viu um escorpião amarelo de costas escuras subindo pela parede, perto do brinquedo. Matou o animal com um chinelo e o colocou num papel. Correu com o filho e o bicho para o pronto-socorro do município, a cerca de cinco minutos de carro da sua casa.
O pronto-socorro de Miguelópolis não tinha soro antiescorpiônico quando Felipe e seus pais chegaram ali, no dia 5 de junho, por volta das 15h. Eles foram então encaminhados em ambulância para Ituverava, a 35 quilômetros de distância, onde o menino foi medicado.
“Depois de tomar o soro, ele parecia bem, conversou, perguntou dos cachorros, a gente tinha certeza de que ia trazer ele pra casa”, diz a mãe. Ela recorda que à noite, no entanto, ainda no hospital, o filho vomitou, começou a piorar. Ela logo percebeu que o estado de saúde dele se agravara por causa da movimentação da equipe médica. Felipe chegou a receber massagem cardíaca, mas seu corpo deixou de reagir à 1h da manhã. “Deus recolheu o Felipe”, disse Camila.
O casal tem outros dois filhos, de 13 e 10 anos, e não se conforma com o fato de a cidade em que mora não dispor do antídoto. “Se o soro estivesse mais perto e mais à mão…”, afirma a mãe. Lembrando que um rapaz, conhecido de Valdomiro, tinha tomado recentemente uma picada de escorpião na cabeça, completou: “Está cheio deles por aqui. Se eu posso dizer algo para os pais é que façam uma busca efetiva pela casa, dia sim, dia não, atrás dessa criatura.”
Em entrevista à emissora EPTV no dia 6 de junho, a coordenadora de saúde do município de Miguelópolis, Adib Abrahão, reconheceu que há 15 anos a cidade não tem soro antiescorpiônico disponível para seus cidadãos, mas que estaria “vendo todo o protocolo” para adquirir o medicamento. A prefeitura não respondeu à BBC News Brasil para informar se providenciou o soro.
A população de Miguelópolis tem por prática colocar os escorpiões que mata em garrafas PET ou vidros com álcool. Suas coleções pessoais são arregimentadas no banheiro, na cozinha, na área de serviço, nas dobras de lençóis e mosquiteiros, no meio do lixo ou do material de construção estocado perto ou dentro de casa. A maioria dos casos é de picadas nos pés e nas mãos, seguidas de dor intensa no local, que costuma irradiar para os membros. Por vezes, aparecem vermelhidão, inchaço e/ou febre, sintomas ainda considerados leves.
Em casos mais graves, porém, o quadro pode evoluir para náuseas, vômitos, dor abdominal, sudorese excessiva, taquicardia, salivação fora do normal, agitação ou prostração, perda do controle cognitivo, insuficiência cardíaca, edema pulmonar e choque. “O veneno do escorpião tem uma ação neurotóxica, afetando o sistema nervoso central”, diz a bióloga Gabriela Cavalcanti, que trabalhou com escorpiões durante toda a sua graduação na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
A recomendação, em caso de ferroada, é procurar o serviço de saúde mais próximo. Limpar o local da picada com água e sabão pode ser uma medida auxiliar, desde que não atrase a ida da pessoa ao posto de atendimento. Não se deve fazer torniquete, aplicar qualquer substância no ponto da picada nem fechá-lo com curativo, para não favorecer infecções.
Pernambuco, onde mora Cavalcanti, é o terceiro estado com maior número de mortes por picada de escorpião. No ano passado foram 9 delas, segundo relatório epidemiológico do Ministério da Saúde.
Onde tem barata, tem escorpião
Em janeiro de 2018, um menino, também de 3 anos, teria sido vítima do animal peçonhento enquanto assistia à televisão sentado no sofá de casa, em Jaboatão dos Guararapes, região metropolitana do Recife. A mãe não entendeu, de imediato, o porquê do choro da criança. Só quando um dos dedinhos do garoto passou a ficar roxo ela o levou para o hospital. Moradores do bairro em que mora a família do garoto, Cajueiro Seco, afirmaram ser comum flagrar o bicho nas residências, onde também se multiplicam baratas, para as quais pouco se dá bola.
“Mas onde prolifera barata, tem escorpião”, afirma a infectologista Fan Hui Wen, gestora responsável pelo Laboratório de Artrópodes e pelo Núcleo Estratégico de Venenos e Antivenenos do Instituto Butantan, em São Paulo. Baratas são um dos alimentos preferidos dos escorpiões.
Com especialização em saúde pública, a médica cansou de ver casos em que houve demora no diagnóstico por problemas de comunicação com crianças pequenas – que ainda não conseguem verbalizar o que teria causado o incômodo que sentem. Só quando começam a vomitar, por exemplo, é que os pais procuram o pronto atendimento.
“No entanto, às vezes o soro antiescorpiônico não está previsto naquele lugar, os profissionais de saúde não sabem onde tem, fica-se batendo cabeça e, quando vai ver, já é tarde”, completa.
A velocidade de ação do veneno varia de pessoa para pessoa, mas a vítima pode morrer duas horas depois de picada. “Um dos motivos pelos quais o óbito por animal peçonhento choca muito é por ser abrupto”, diz Wen. “A pessoa está bem, brincando ou trabalhando, e de uma hora para outra entra num quadro agudo.”
Crianças abaixo de 7 anos e idosos com saúde debilitada são os que exigem mais atenção, por apresentarem maior risco de alterações sistêmicas. Trabalhadores da construção civil, de madeireiras e de distribuidoras de hortifrutigranjeiros também estão mais vulneráveis ao ataque porque manuseiam objetos e alimentos nos quais o escorpião pode se alojar.
Compra de doses
O Ministério da Saúde informa que foram firmados contratos com os Institutos Butantan e Vital Brazil para o fornecimento de 62 mil frascos do soro antiescorpiônico para todo o país neste ano. O Butantan, em São Paulo, responderia por 44 mil frascos (70,97% do total) e o Vital Brazil, com sede em Niterói, pelos 18 mil restantes. Segundo a pasta, o ministério passa os frascos para os governos, que os repassam aos municípios.
A médica Wen destaca, ainda, que o Butantan recebeu a encomenda ministerial de 35 mil frascos de soro antiaracnídico, um combinado que neutraliza picadas de escorpião e de duas aranhas venenosas, a marrom (Loxosceles) e a armadeira (Phoneutria). Uma pessoa picada por escorpião pode tanto receber o antiescorpiônico quanto o antiaracnídico, mas o inverso não funciona.
“Nesse caso, a prioridade do antiaracnídico é para as picadas de aranhas”, atesta. Em 2017, segundo dados do Ministério da Saúde, foram notificados 32.859 casos de acidentes com aranhas, culminando em 30 mortes.
Wen insiste que nem todos os casos de escorpionismo evoluirão para um quadro sistêmico. Cerca de 15% precisarão do soro, justamente por apresentarem os sintomas mais graves. Quando isso se manifesta, recomenda-se usar três frascos por paciente.
“Tem de ser de uma vez só. Não adianta neutralizar metade e, daqui a três horas, aplicar o soro novamente, porque o restante do veneno que ficou circulando no corpo vai continuar agindo.” Por ser uma medicação intravenosa, é necessário que seja ministrado em ambiente hospitalar, cuja equipe precisa avaliar se, além do soro, é recomendável um cuidado adicional.
“Muitas pessoas pensam que o soro faz milagre, mas às vezes o paciente chega em estado grave e pode ser necessário administrar medicamentos para elevar a pressão ou mesmo uma ventilação artificial até o soro fazer efeito”, afirma a infectologista.
O soro é produzido a partir do veneno do próprio escorpião. No Butantan, a fonte são cerca de 15 mil desses aracnídeos, todos alimentados em cativeiro. A imensa maioria, 99% deles, pertence à espécie Tityus serrulatus, a mais comum no Sudeste, exatamente a que teria atacado Felipe. Mas o soro funcionaria também para o Tityus stigmurus, que predomina no Nordeste do país. Ambos têm uma carapaça amarelada.
Proliferação urbana
Gabriela Cavalcanti explica que um dos motivos da multiplicação acelerada do serrulatus e do stigmurus é que eles podem se reproduzir tanto pela forma sexuada quanto por partenogênese, isto é, quando a fêmea não necessita do macho para originar filhotes. A segunda maneira, segundo a bióloga, é a preferencial dos animais nos centros urbanos pela eficácia no ambiente.
“A prole nasce idêntica à mãe, são portanto todas fêmeas, e com a mesma capacidade de se reproduzirem sozinhas”, diz a bióloga. Um exemplar dessas espécies vive, em média, quatro anos. Cada fêmea pode gestar três a quatro vezes ao ano, e cada prole de serrulatus chega até a 20 filhotes. A taxa de natalidade do stigmurus é mais baixa: de 8 a 14 filhotes.
Para os especialistas, o motivo principal da disseminação desses animais no país é a ocupação irregular e desordenada das cidades, agregada a um saneamento básico precário e as toneladas de lixo que se alastram pelo meio urbano.
A preservação de inimigos naturais dos escorpiões, como corujas, lagartos, sapos e galinhas, está no rol das prevenções efetivas apontadas pelos especialistas. Já os inseticidas, por outro lado, são condenados. Borrifá-los pela casa não só pode afetar cachorros e gatos, como desalojar os escorpiões de seus esconderijos e aumentar o número de acidentes. *G1






Saiba quais doenças voltaram a ameaçar o Brasil
Os primeiros sinais de queda nas coberturas vacinais em todo o país começaram a aparecer ainda em 2016. De lá para cá, doenças já erradicadas voltaram a ser motivo de preocupação entre autoridades sanitárias e profissionais de saúde. Amazonas, Roraima, Rio Grande do Sul, Rondônia e Rio de Janeiro são alguns dos estados que já confirmaram casos de sarampo este ano. Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) o certificado de eliminação da circulação do vírus.
Dados do Ministério da Saúde mostram que a aplicação de todas as vacinas do calendário adulto está abaixo da meta no Brasil – incluindo a dose que protege contra o sarampo. Entre as crianças, a situação não é muito diferente – em 2017, apenas a BCG, que protege contra a tuberculose e é aplicada ainda na maternidade, atingia a meta de 90% de imunização. Em 312 municípios, menos de 50% das crianças foram vacinadas contra a poliomielite. Apesar de erradicada no país desde 1990, a doença ainda é endêmica em três países – Nigéria, Afeganistão e Paquistão.
O grupo de doenças pode voltar a circular no Brasil caso a cobertura vacinal, sobretudo entre crianças, não aumente. O alerta é da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), que defende uma taxa de imunização de 95% do público-alvo. O próprio Ministério da Saúde, por meio de comunicado, destacou que as baixas coberturas vacinais identificadas em todo o país acendem o que chamou de “luz vermelha”.
Confira as principais doenças que ensaiam um retorno ao Brasil caso as taxas de vacinação não sejam ampliadas.
Sarampo
O sarampo é uma doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave, transmissível e extremamente contagiosa. Complicações infecciosas contribuem para a gravidade do quadro, particularmente em crianças desnutridas e menores de um 1 ano de idade.
Os sintomas incluem febre alta acima de 38,5°C; erupções na pele; tosse; coriza; conjuntivite; e manchas brancas que aparecem na mucosa bucal, conhecidas como sinais de Koplik e que antecedem de um a dois dias antes do aparecimento da erupção cutânea.

A transmissão do sarampo acontece de quatro a seis dias antes e até quatro dias após o aparecimento do exantema (erupção cutânea). O período de maior transmissibilidade ocorre dois dias antes e dois dias após o início da erupção cutânea.
Poliomielite
Causada por um vírus que vive no intestino, o poliovírus, a poliomielite geralmente atinge crianças com menos de 4 anos de idade, mas também pode contaminar adultos.
A maior parte das infecções apresenta poucos sintomas e há semelhanças com as infecções respiratórias como febre e dor de garganta, além das gastrointestinais, náusea, vômito e prisão de ventre.
Cerca de 1% dos infectados pelo vírus pode desenvolver a forma paralítica da doença, que pode causar sequelas permanentes, insuficiência respiratória e, em alguns casos, levar à morte.
Rubéola
A rubéola é uma doença aguda, de alta contagiosidade, transmitida pelo vírus do gênero Rubivirus. A doença também é conhecida como sarampo alemão.
No campo das doenças infectocontagiosas, a importância epidemiológica da rubéola está associada à síndrome da rubéola congênita, que atinge o feto ou o recém-nascido cujas mães se infectaram durante a gestação. A infecção na gravidez acarreta inúmeras complicações para a mãe, como aborto e natimorto (feto expulso morto) e para os recém-nascidos, como surdez, malformações cardíacas e lesões oculares.
Os sintomas da rubéola incluem febre baixa e inchaço dos nódulos linfáticos, acompanhados de exantema. A transmissão acontece de pessoa para pessoa, por meio das secreções expelidas pelo doente ao tossir, respirar, falar ou respirar.
Difteria
Doença transmissível aguda causada por bacilo que frequentemente se aloja nas amígdalas, na faringe, na laringe, no nariz e, ocasionalmente, em outras mucosas e na pele. A presença de placas branco-acinzentadas, aderentes, que se instalam nas amígdalas e invadem estruturas vizinhas é a manifestação clínica típica da difteria.
A transmissão acontece ao falar, tossir, espirrar ou por lesões na pele. Portanto, pelo contato direto com a pessoa doente. O período de incubação da difteria é, em geral, de um a seis dias, podendo ser mais longo. Já o período de transmissibilidade dura, em média, até duas semanas após o início dos sintomas. *Agência Brasil




RN e mais 12 sobem impostos sobre gasolina para compensar perdas com diesel
O governo do Rio Grande do Norte e mais 12 decidiram compensar a arrecadação do ICMS sobre o diesel elevando o valor de tributos cobrados sobre a gasolina.
Na prática, em muitas das unidades, sequer houve perda, pois a compensação sobre a gasolina foi maior que a perda sobre o diesel.
Os indícios de aumentos já haviam sido divulgados em primeira mão pelo BlogdoBG ao longo dos dias que antecederam a revolta dos caminhoneiros. Mas àquela altura, tanto o RN como os demais estados alegavam se tratar de um procedimento de praxe.
O ICMS dos combustíveis é cobrado sobre um preço de referência chamado de PMPF (preço médio ponderado final), que é definido pelas secretarias estaduais de Fazenda a cada 15 dias, de acordo com pesquisa nos postos.
Sobre esse preço incidem alíquotas que variam por produto e por estado.
Desde o fim da paralisação dos caminhoneiros, 17 estados reduziram o PMPF do diesel, acompanhando a queda de preço provocada pelas subvenções concedidas pelo governo federal para encerrar a paralisação.
No início do mês, o RN e outros estados decidiram elevar o PMPF da gasolina, embora a Agência Nacional de Petróleo tenha detectado queda média de 1,62% no preço do combustível.
Os seguintes estados apelaram à manobra: Alagoas, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro (que reduziu a alíquota), Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo. O levantamento foi da Folha de S.Paulo.
O impacto é no bolso de quem vai abastecer e leva ainda em conta outro aspecto, o PMPF cobrando sobre a gasolina é bem maior do que aquele cobrado pelo diesel.
No Rio Grande do Norte, o governo decidiu baixar o PMPF do diesel em 4,31%, mas subiu o da gasolina em 6,77%.
O exemplo mais gritante foi no Rio Grande do Sul, onde o ganho com a gasolina, pelos novos valores adotados pelo Estado, seria de R$ 32,3 milhões, e a perda com o diesel, de apenas R$ 294 mil por mês. O governo gaúcho foi um dos que menos reduziram o preço de referência para a arrecadação de ICMS sobre o combustível, em apenas R$ 0,01.