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quinta-feira, 15 de junho de 2017

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Ranking da corrupção deixa RN longe das primeiras posições
Distrito Federal, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e o Rio Grande do Sul lideram os rankings da corrupção no Brasil. O Rio Grande do Norte não figura nas primeiras posições na lista comparativa por crimes econômicos, nem na lista específica da Lava Jato. Os dados são da AML Consulting, maior bureau reputacional e líder nacional no mercado de soluções e serviços de prevenção à lavagem de dinheiro.
Bahia, São Paulo e o Distrito Federal são as unidades da Federação com maior número de políticos eleitos e nomeados, bem como de executivos de empresas públicas e autarquias da União, envolvidos em crimes econômicos e na operação Lava Jato. Sozinho, o Distrito Federal é responsável por 24,3% dos envolvidos na maior operação de combate à corrupção da história do país. O mapa comparativo de crimes econômicos, em geral, é mais diluído, com São Paulo, Distrito Federal, Bahia, Minas Gerais e Paraná liderando as cinco primeiras posições com participação entre 9,7% e 4,7%.
Dentre as Pessoas Expostas Politicamente (PEPs), os dois rankings consideram apenas os titulares, indivíduos que ocupam ou já ocuparam cargos, empregos ou funções públicas de relevância. As PEPs titulares podem ser pessoas eleitas, como governadores e prefeitos, ou nomeadas, como ministros, reitores de universidades e presidentes de empresas públicas. A Lista PEP da AML segue as recomendações do Gafi (Grupo de Ação Financeira contra Lavagem de Dinheiro), metodologia que contempla uma seleção mais ampla do que determina a regulamentação vigente, expressa através da Circular 3.461/09, Carta-Circular 3.430/10 e Circular 3.654/13.
Veja os rankings:
PEPs titulares envolvidas em crimes econômicos
1º SP (1.234 PEPs ou 9,7%)
2º DF (874 PEPs ou 6,9%)
3º BA (752 PEPs ou 5,9%)
4º MG (718 PEPs ou 5,6%)
5º PR (597 PEPs ou 4,7%)
PEPs titulares envolvidas na Lava Jato
1º DF (223 PEPs ou 24,3%)
2º SP (75 PEPs ou 8,1%)
3º RS (74 PEPs ou 8%)
4º RJ (65 PEPs ou 7%)
5º BA (57 PEPs ou 6,2%)





Dengue, chikungunya e zika: Apesar da diminuição de casos, índice de infestação predial ainda preocupa no RN
A Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (SUVIGE) da Sesap divulgou o boletim epidemiológico com dados recentes sobre a ocorrência de dengue, febre do chikungunya e zika vírus, as chamadas arboviroses, denominação das doenças causadas por mosquitos. O documento apresenta dados até 22 de abril, o que corresponde à semana epidemiológica 16.
Apesar da diminuição do número de casos notificados, o índice de infestação predial aponta para a necessidade de ações de prevenção nos municípios. No Rio Grande do Norte, 158 municípios apresentam índice de infestação predial classificado como de alerta ou risco.
O controle do vetor Aedes aegypti é realizado pelos Agentes de Endemias nos Municípios sob a supervisão e orientação dos técnicos da Sesap. As ações de controle permitem verificar o índice de infestação predial pelo mosquito sendo efetivadas com a finalidade de monitoramento, controle e tomada de decisão.
Dengue
No Rio Grande do Norte, foram notificados 3.263 casos suspeitos de dengue em 2017, até a semana epidemiológica número 16 (terminada em 22/04/2017), representando uma incidência acumulada de 94,79/100.000 hab. Houve uma redução equivalente a 93,69 na incidência de casos notificados quando comparado ao mesmo período de 2016, que foram notificados 51.745 casos suspeitos e incidência de 1.503,26/100.000 hab. (Figura 1).
Dos 3.263 casos notificados em 2017, foram confirmados 442, sendo 435 para dengue e sete como dengue com sinais de alarme. Em 2016 no mesmo período foram confirmados 8.867 casos, sendo 8.792 para dengue, 66 para dengue com sinais de alarme 9 como dengue grave.
FEBRE DE CHIKUNGUNYA
No ano de 2016, da semana epidemiológica 01 a 16 foram notificados 17.335 casos de Chikungunya no Estado do Rio Grande do Norte, sendo confirmados 5.790. No mesmo período do ano 2017, forma notificados 580 e confirmados 31 casos, equivalendo a uma redução de 96,65% e 99,46% respectivamente, em relação ao ano anterior.
ZIKA VÍRUS
A febre do Zika é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. No Brasil, a circulação do vírus foi confirmada laboratorialmente em abril de 2015. No Rio Grande do Norte, em 2016, até a SE nº 16 foram notificados 4.701 casos suspeitos de zika vírus. Em 2017 no mesmo período foram notificados 151, apresentando uma redução equivalente a 96,79 no percentual de casos notificados de zika em comparação ao ano anterior. Dos casos notificados, foram confirmados 206 casos em 2016 e em 2017, até o momento, não há casos confirmados. Observa-se uma redução importante no número de notificação de zika nas últimas semanas epidemiológicas nos anos de 2015 e 2016.
Nos anos de 2016 e 2017, até a SE 16 foram notificados 163 e 20 óbitos respectivamente. Isso representou uma redução de 87,73% das notificações de mortes. “Importante ressaltar que ainda não temos óbitos confirmados por arboviroses, no ano de 2017, temos 20 óbitos notificados em processo de investigação”.





Maioria dos trabalhadores usou dinheiro do FGTS para pagar dívidas
A maior parte dos trabalhadores que recebeu dinheiro das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) usou os valores para quitar dívidas, segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).
O levantamento aponta que 38% pagaram dívidas em atraso e 4% usaram o dinheiro para pagar uma parte das pendências. O dinheiro foi usado para despesas do dia a dia por 29% dos entrevistados. Já 19% optaram por poupar. Outra parcela – 14% – pagou contas não atrasadas, como crediário e prestações da casa ou do carro e 13% fizeram compras.
A pesquisa, realizada em 12 capitais, também ouviu pessoas que ainda vão sacar o benefício, já que respondem por 86% do total de saques. Entre elas, 27% pretendem quitar pendências e 28% vão regularizar ao menos parte das dívidas.
Despesas
Pagamento de despesas do dia a dia será o destino do dinheiro de 24% dos beneficiários e 20% planejam poupar. Em menor percentual, apenas 4% vão comprar itens como roupas e calçados. Entre os entrevistados, 3% utilizarão o dinheiro extra para viajar e 2% querem aproveitar o recurso para compra de automóvel.
Para Honório Pinheiro, presidente da CNDL, a opção dos brasileiros pelo pagamento de dívidas é positiva para o comércio e para a economia do país, já que o crescimento da inadimplência com a crise prejudicou o planejamento do comércio e o acesso ao crédito.







Veja 4 empresários que superaram a falência e faturam milhões
Dívidas altas, faturamento em queda e pagamentos atrasados são alguns sinais de que uma empresa não está indo bem. Para não correr este risco e não chegar a um cenário crítico, como decretar falência, é necessário adotar medidas e planejamentos certeiros. No entanto, fazer mudanças e identificar problemas sem uma administração ou uma consultoria é quase impossível.
De acordo com dados da Boa Vista Serviço Central de Proteção de Crédito (SCPC), o número de pedidos de falência no Brasil teve uma queda de 15% nos quatros primeiros meses deste ano. Entretanto, a economia e os negócios estão passando por fases de adaptação e esta queda observada pelo SCPC ainda não significa estabilidade.
Para evitar este problema na sua companhia ou se está pensando em abrir o seu próprio negócio, é preciso muita pesquisa de mercado. Para ajudar empreendedores e futuros investidores, separamos quatro histórias de empresários que chegaram a falência, mas superaram e hoje possuem faturamentos altos. Confira o que eles aprenderam com as dificuldades!
Luzia Costa – Fundadora da Beryllos e Sóbrancelhas
Faturamento Anual: R$ 402 mil (Beryllos) e R$ 47 milhões (Sóbrancelhas)
O espírito empreendedor faz parte da Luzia desde a adolescência. A empresária já teve alguns negócios, mas um deles a marcou: uma pizzaria. “Tínhamos uma lanchonete e surgiu a oportunidade de mudarmos para um espaço maior onde já funcionava uma pizzaria, abraçamos! Porém, mesmo com o sucesso que o empreendimento teve na cidade não conseguimos separar as despesas do negócio com as pessoais, nos enrolamos e quebramos”, afirma.
Luzia passou por muitas dificuldades após a falência, mas tirou aprendizado para se tornar uma empresária de sucesso no ramo de beleza. “Primeiro, o empreendedor precisa se identificar com o ramo do seu negócio como, por exemplo, eu que me identifiquei com beleza. Além deste primeiro ponto, é necessário ter um planejamento de gastos e lucros, sempre separando as contas. E por fim, é preciso acreditar e ter paciência para o negócio começar a caminhar. Uma boa gestão também é fundamental, por isso, se não tiver, contrate uma consultoria”, completa a empresária.
Atualmente, Luzia Costa está à frente da Beryllos (rede de Cuticularia) com três unidades e com plano de chegar a 10 até o final do ano, e Sóbrancelhas (rede especializada em embelezamento do olhar) com mais de 200 lojas em todo o Brasil e três na Argentina.
Sabrina Nunes – Fundadora da Francisca Joias
Faturamento Anual: 2,5 milhões
A empresária, ex-cortadora de cana, criou o maior e-commerce de semijoias do Brasil. Também foi garçonete, vendedora de picolé e teve um restaurante que chegou a falir. “O fracasso sempre constrói novas histórias vencedoras. Só não pode desistir, e foi o que fiz. Me identificava com o mercado de joias e resolvi entrar neste ramo. Comecei a empreender pelo site Elo7 com 50 reais”, comenta.
Sabrina investiu apenas R$ 50 no início da Francisca Joias e hoje fatura mais de 2 milhões de reais. Além disso, têm mais de 500 revendedoras em todo Brasil. “Ser empreendedor é isso, saber o momento certo após um insucesso para continuar a jornada. Ganhei maturidade, pois o que me levou a falência foi a ansiedade, isso fez eu enfiar os pés pelas mãos. Precisamos ser maduros para encarar a realidade. Outro ponto é o aprendizado que adquiri, cada experiência negativa nos faz não cometer os mesmos erros novamente”, afirma.
Marisa Peraro – Fundadora da Pró-Corpo Estética Avançada
Faturamento Anual: R$ 24 milhões
A empreendedora Marisa Peraro tirou do seu TCC uma ideia milionária, mas nem tudo foi tão fácil de início. Na adolescência, Marisa já tocava seu primeiro empreendimento, uma livraria no Paraná. “Não sabia fazer compras e administrar o estoque, por isso ficamos com uma dívida grande. Eu precisava estudar o cenário, mas quando me dei conta era tarde demais e acabei falindo”, diz.
Após entrar na faculdade e cursar Administração teve a ideia de fazer seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) sobre um empreendimento de estética, mercado que já se consolidava na época. “Me dediquei muito no projeto, o que auxiliou na guinada do negócio”, comenta.
Marisa fundou em 2006, com o dinheiro que conseguiu a partir da venda da motocicleta do marido, a Pró-Corpo Estética Avançada, rede que oferece hoje mais de 20 tratamentos estéticos e conta com oito unidades e fatura mais de R$ 24 milhões ao ano.
“O maior desafio de quem não quer falir é planejar e estruturar todas as etapas que são necessárias para o sucesso de um negócio. É essencial nunca deixar de lado este ciclo caso o negócio esteja indo bem.”
Thiago Sarraf – Dr. e-commerce
Faturamento Anual: 1 milhão
CEO de uma das maiores consultoria de e-commerce do Brasil e sócio de mais três empresas, Thiago Sarraf teve que arregaçar as mangas, pois nada veio fácil. Começou a trabalhar com 17 anos, mas com um salário baixo não conseguia ter uma vida financeira estável.
Querendo crescer, Sarraf arquitetava como mudar a sorte e teve a ideia de criar seu primeiro negócio na área de tecnologia. Não deu certo, faliu, perdeu dinheiro e teve que voltar a ser funcionário. Além dessa vez, o jovem chegou a quebrar mais duas vezes. “Fiquei com uma dívida de 50 mil reais, mas em nenhum momento pensei em parar de tentar. E consegui me reerguer”, conta.
Fundou a Dr. e-commerce, empresa de consultoria reconhecida nacionalmente, e virou um dos especialistas mais reconhecidos no ramo de e-commerce, participando inclusive do desenvolvimento do guia mais respeitado no nicho eletrônico: Guia do E-commerce. “Ser dono do seu próprio negócio não é um caminho fácil a seguir, como muitos pensam. É preciso muito conhecimento de mercado, do segmento que vai atuar e deixar a ansiedade de lado”.